Trama do amor no Natal | 22Nov2008 13:38:06
Escrito por: Diana Balis
Trama do amor no Natal
Doce afago no beijo suave fervente Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (1)
Mac... Mac, Apple o Meu Pedaço | 22Nov2008 09:03:35
Escrito por: Ibernise
Esperei tanto para te tocar
És objeto deste meu desejo...
Agora que estou a te espreitar
Mais me delicio neste ensejo.
Meu presente veio numa caixa...
Quem diria? Quem imaginaria?
Que neste calmo toque se encaixas
E me enterneces como doce magia...
A cada fita, do pacote, que desfaço Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (1)
universo infinito | 21Nov2008 20:13:05
Escrito por: Carlos Ferreira
A história é algo que está sempre por acabar, vive-se num planeta de evolução ou retrocesso constantes! Quem viaja pelo universo encontra uma placa de sinalização no caminho que dá acesso a este planeta: “obras na via”! Pois neste planeta mexe-se e remexe-se, e nunca está nada definitivamente acabado. São obras bastante turbulentas que matam um sem número de operários derivado à leitura aporética do projecto e as más interpretações consecutivas e sistemáticas do mesmo. A vida aqui, nesta oval bola que nos parecem gigantesca, mas minúscula comparada com outras, parece ser um mero acidente e uma tragédia sem fim a vista. E uma civilização que se rege pelas modas, sem duvida alguma, a racionalidade parece não entrar nos projectos desses seres. Agem muito mal e rejeitam os bons operários, parece-me sem dúvida o inferno de que tanto ouvimos falar. Afinal sempre descobrimos a sua localização! A placa deveria antes dizer: “Bem vindos ao inferno”! Vamos continuar a viagem pelo universo e descobrir a localização do paraíso!
Reformas ortográficas-Histórico | 21Nov2008 15:54:58
Escrito por: Zé Letras
Reformas ortográficas - Histórico das mudanças do português
por Alfredina Nery*
Por que é errado escrever PAÇARINHO assim? Quem é que disse que CAZA n&at Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (2)
JESUS, EXEMPLO DE LUZ* (Natalino) | 21Nov2008 09:44:29
Escrito por: Ibernise
Até aqui nos ajudou o Senhor
Até aqui seu perdão foi dado
Tudo tendes feito, por amor...
E o caminho ficará iluminado...
Mesmo se as lágrimas caírem,
Vós sereis bem mais valorizado...
Quando Vossos filhos se ferirem,
Glorificado, mais sereis amado...
Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (2)
O VÔO DA BORBOLETA* (Poema de amor) | 21Nov2008 09:40:30
Escrito por: Ibernise
Discurso... Às vezes herói, às vezes vilão
E me faz te ver de tão perto, de tão perto,
Que é puro veículo motivador de emoção...
Casulo e borboleta, metamorfose desperta...
Se contas, aos meus ouvidos, mil histórias,
Louc Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (4)
O FICO*...(Soneto) | 21Nov2008 09:37:11
Escrito por: Ibernise
Entre paixões vivendo maravilhas me vou
Entre lençóis vivendo momentos de amor
Entre fantasias, jogas um beijo e uma flor
Entre mil faces me desconsertas, mais sou...
Saindo sorrio e rodopio por estar tão feliz
Saindo aceno, é minha forma bem infantil
Saindo contemplo e te vejo, mais juvenil
Saindo Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (2)
a composiçao | 18Nov2008 15:15:15
Escrito por: Carlos Ferreira
Olhava eu em meu redor, observava as pessoas murmurar umas com as outras, ouvia-se o ruído do comboio a iniciar a sua marcha e o revisor a passos apressados certificando-se que não havia infractores na sua marcha. O sol raiava, trespassando os vidros com a sua forte luminosidade, o dia fazia-se lindo, límpido, o mundo parecia não tocar nem interferir naquela composição. O comboio por essa altura era já um mundo que trespassava outros mundos, qual ovni, que transportava os seus passageiros num cruzamento de mundos, novos mundos! A tranquilidade imperava e fazia grande contraste com a agitação mundana do lado de fora da composição. Era luz de um lado, e trevas do outro! Os espíritos enchiam-se de forças e os ânimos levantavam-se. Tinha chegado o grande momento, e eis o que sucedeu: De repente o comboio projectou-se no ar, onde ficou suspenso, o maquinista apareceu na composição, momentos depois surge o revisor, em seguida as divisões do comboio desaparecem e ele torna-se numa só composição! Na quietude de toda aquela breve agitação eis que se ouve uma voz clamar: - Valha-nos deus! Jesus, intercede por nós junto do pai! Ao que alguém se levanta majestosamente e deixa bem claro: - Dizem que Jesus entregou a sua própria vida para que o mais ímpio dos pecadores pudesse ir para o paraíso, e que curou a humanidade com as suas chagas e feridas. Ora, isso é blasfémia, tal como os factos nos ilustram e muito bem. Chama-se a isso, parasitismo, e acontece nas mais variadas formas de movimento horroroso, pois na verdadeira vida isso não acontece. A verdadeira palavra de deus está muito para alem da bíblia e da sua interpretação, e são muito poucos aqueles a quem chega a palavra de deus. Mas muitos são, institucionalizados até, os que pregam blasfémias, e ofendem o próprio deus com o seu cego parasitismo, tecnocrata, sofista, capitalista… e em muitas outras formas deveras abomináveis! A vida está muito para além da própria vida e deus está muito para além dos caminhos que os parasitas indicam! Tal como Jesus deu a conhecer: “só os puros de coração verão a deus”! Mais uma vez vos digo: a vida é dada a quem realmente merece, pelo reconhecimento divino! Ouve-se outra voz ao fundo: - Mas que mal temos nós feito? Do outro lado ouviu-se a resposta: - Que humano, que mata os mais da sua humanidade! Eu explico: cada ser é uma instituição que tem por função, como os factos, a história escrita e narrada muito bem indicam, a destruição da vida. Essas instituições possuídas e infestadas pelo mal! Mas também digo que a vida não é para todos, a vida é para grandes altitudes, uma pessoa má não vive, apenas se move no sepulcro, só as pessoas de bem vivem realmente! Reparem nisto: nascida a criança, ela tem uma série de escolhas, mas essas opções foram produzidas por outras pessoas, sem o consentimento da criança. Isso implica o facto da criança não ter escolha, independentemente dos caminhos ela acaba sempre por ser uma cobaia da irracionalidade dos que dizem cuidar dela. Não houve sensibilidade na instalação de sistemas, o que leva ao que hoje designamos por, veto há vida, o sistema acima de tudo! Ora o que se pretende aqui, é, a vida acima de tudo! Com muita sensibilidade! A luta pelo bem, é uma luta lógica e racional, com sentido. E que está em sintonia com a lei universal infinita, e não com meras futilidades. Ao que alguém acrescentou, talvez do centro da composição: - E ainda te digo mais, a ti, ser humano: tu que te debates-te tanto, lutando por coisas que te desumanizam. Ao longo da história, em vários sistemas te entregas-te, sistemas esses que apareciam sob a forma de reinados, de impérios, ditaduras, democracias, religiosos e fora o resto. Deixa-me dizer-te que os reis mandavam os seus filhos para aquilo que entendiam ser os melhores sistemas educativos, se consultares a história, e não foram só o caso dos reis, mas também o caso de todos os outros sistemas, foram milhares os erros cometidos, e muitas as vitimas da ostentação desses malignos sistemas, que lutavam, e ainda hoje lutam, por tudo, menos pelo direito à vida. Inclusive, criaram sistemas de caridade, que, segundo eles, são para acabar com as desigualdades. Deixa-me avivar-te a memória e dizer-te que ainda hoje as desigualdades persistem, e que eles ao darem, humilham as pessoas ainda mais do que elas já se encontram humilhadas. Melhor seria, se eles passassem a fazer leis justas e correctas que evitassem a desgraça das pessoas, do que vetarem a vida das pessoas, e depois virem com caridades, para promoverem os seus sistemas malignos e desiguais. Todos os sistemas encontram-se viciados, num ciclo abominável. Quando se dá alguma guerra, enviam forças de paz, mas a guerra continua, mais uma vez, os movimentos de todo e qualquer sistema, não passam de propaganda e publicidade enganosa, e quanto mais estiverem fragilizadas as pessoas, melhor para os sistemas, já que os povos serão mais facilmente domináveis, com as falsas propagandas sistemáticas! Fazem isso porque são irracionais, e agem contra a sua própria natureza, são pessoas gravemente doentes, essas, que criam esses sistemas. E põem qualquer objecto, ou qualquer papel pintado sob a forma de dinheiro, que não deixa de ser papel à mesma, acima da sua própria vida, e da vida das outras pessoas! Gravemente doentes, se encontram as pessoas! Que será de ti, humanidade! Ah! E o oiro, não passa de um mero metal, como tantos outros metais! Será melhor começares a pensar na tua cura, humanidade! E continuaram a ouvir-se clamores, que eram precedidos de mais alguém que se ia elevando majestosamente, e sob os quais se manifestava a verdade, naquela magnifica ascensão: - Até hoje, o ser humano, na sua generalidade trabalhou sempre, derramando sangue alheio e transpirando o suor dos que o rodeiam, nas religiões proclamam outros, não da melhor das formas, na política trabalham com o dinheiro dos outros, mas não da forma mais correcta. Quando o ser humano foi chamado a fazer algo que fosse verdadeiramente seu, nada fez, porque os que o rodeiam nada tinham feito daquilo que lhes foi solicitado. Tudo o que é grande, é fruto do indivíduo, e não das massas. Feitas as contas, a humanidade até à data nada fez, que não fosse feito com o esforço alheio. Foi tudo mero oportunismo e falsas promessas, quando os recursos acabam o ser humano fica muito mal despido, e revela a sua insuficiência. A história da humanidade é comparável à história daquela criança que encontra um doce, que quando acaba, deixa a criança num choro interminável. Toda a existência humana revela-se, a nível construtivo, em vão. Apenas foi comendo os doces até que estes acabassem! É triste ser humano! Alguém se levantou de rompante, e de cima dos bancos perguntou: - Então e o amor? Nunca existiu amor na humanidade? A resposta surgiu prontamente, por alguém que espalhou grande vulto pela composição: - A justiça, o amor, a sabedoria, a verdade, quando são coisas divinas, vêem bem, e sabem aquilo que fazem. Quando essas coisas se passam ao nível humano, são cegas e não sabem aquilo que fazem. Logo, o que torna um ser-humano especial, é ele ter propensão divina, e viver em função do puro e nunca do mundano. É reger-se pelas leis do universo infinito, e não pelas leis dos homens e mulheres! É cuidar da alma, e uma alma saudável, fará um corpo e uma mente saudáveis! Só uma coisa faz sentido: o bem! Alguém perguntou: - E não existiu entre os humanos, felicidade pura e boa? Surgiu uma resposta avassaladora, que silenciou toda a composição: -Ora aqui está, o ser humano tem por sua felicidade, a desgraça dos que o rodeiam, senão vejamos: quando em interacção com outros o humano procura ser melhor, não aceita ser igual ou reconhecer que os outros são mais dignos. São felizes quando ganham mais do que os outros e quando se sentem acima dos outros. fazendo com que a sua felicidade encaixe na infelicidade de outros. A felicidade humana é um atropelo constante de tudo o que o rodeia: ri-se o sujo do mal lavado! Ao longo da história, ao nível intelectual, o ser humano nunca evoluiu, salvo claro, algumas excepções! As alterações a que assistimos foram a nível de logística, e mesmo assim a alimentação veio a piorar derivado à tal guerra química. Em vez de andarem a cavalo andam em veículos movidos a motor mas a nível intelectual nada evoluíram, pelo contrário, têm vindo a retroceder. O ser humano procede como um vírus, destruindo tudo por onde passa. Podemos também fazer a comparação da humanidade a alguém que se atira de um edifício muito elevado, e o edifício representa o princípio e o fim dos tempos! Momentos depois, o silêncio foi rasgado da seguinte forma: - O que faz o amor doer, é as pessoas estarem num estado de imperfeição e impureza. Perante um sentimento tão puro como esse e outros, como a verdade, o correcto, a sabedoria o belo e tudo quanto é magnifico. As pessoas além de não serem dignas desses estados, também não sabem comportar-se diante deles. Nem todas claro, e por esse facto é que há pessoas que têm oportunidades ilimitadas na vida, porque são dignas desses estados supremos, continuando a caminhar neles nem que isso implique a troca de pessoas que inspiram essas pessoas a entrar nesses estados! As pessoas boas trazem tudo o que é belo com elas, ao passo que outras nem por isso. A insuficiência faz os cépticos, a lucidez, os crentes! Sofre-se pela pessoa amada, mas nunca pelo amor, magoa-nos a pessoa que vive no erro, mas nunca a verdade! Ser humano é cair em desgraça, ou nem toda a gente é humana! Quanto às descendências, eu diria que a larga maioria descende do macaco, poucas pessoas descendem de Adão e Eva, porque há muito pouca humanidade no meio de tanta besta humana! E mesmo entre aqueles que vieram de Adão e Eva, ouve quem se transformasse em macaco! Onde estiver uma pessoa de bem, tudo pode acontecer e nada é impossível, e tudo é ascensão e pureza! Quando as coisas são de facto boas, tudo dá certo, e não há mal nenhum que possa destruir aquilo que é de facto bom! Nisto, o comboio poisou nos carris, e continuou como de princípio! Todas as pessoas esqueceram o que ali se tinha passado! Excepto aquelas a quem era dirigida a mensagem! Pois só os puros de coração verão a deus! Agora já sabes a diferença entre acreditar e não acreditar, sabes agora que é uma questão de dignidade! A vida a quem a merece, sim, deus é justo! A humanidade apenas foi vivendo com as migalhas caídas da mesa de deus, pois foram poucos a quem ele convidou para a sua mesa, porque tu também seleccionas quem convidas para a tua!
convite a todos os amigos do Ás Artes | 16Nov2008 22:25:15
Escrito por: José Torres (às-artes)
Pessoal, vimos convidar-vos para mais uma tertúlia na próxima sexta-feira, 21 de Novembro, pelas 20:45, no lugar do costume (na freguesia das Carvalhas, no café restaurante - Jardim) a cerca de 5 quilómetros de Barcelos, para discutirmos, filosofarmos, ouvir boa poesia, com um convidado muito especial, que será revelado só na terça-feira.
A todos os interessados, façam chegar a vossa vontade de participar para o mail : as-artes@blogtok.com, ou deixe comentário.
O jantar tem nº limitado de inscrições: 20 e... - preço : 10 euros (que é o preço do jantar) e alguns (muitos) copos.
É de todo o nosso agrado que se aliem a mais uma inicitaiva do movimento às artes onde a amizade é um lugar comum.
cumprimentos
FORA-LHE DIAGNOTICADO CHUVA | 16Nov2008 22:04:34
Escrito por: Flávio Silver
FORA-LHE DIAGNOTICADO CHUVA
chovia dentro do seu corpo como típico novembro
folhas tristes: caranguejos em sobressaltos
frutos envenenados luziam em fogo posto nos cabelos
amores caiam-lhe aos cachos
e os ratos vinham por aí
construir seus reinos
seus rios que vão dar às omoplatas
o bruxo mandou o doente se retirar
suas unhas luziam como pérolas extraídas do sono
qualquer coisa fenomenal
sangue que não nega o corpo: música lírica derretendo aço
e o doente entristeceu-se
suas memórias vasculhadas a martelo
olhar de mocho a controlar os movimentos
do braço que fura o fogo
do peito que recebe fracas notícias por uma rameira
olha o tempo com imperfeição
uma gangrena escorre limpa e serena
sete bichos acampados no crânio esperam
a intermitência
há tanto a traduzir e ninguém é capaz
chove por dentro dele
sua carne ensopada ofusca o vitral
e quem se rir terá a sua chuva pela certa
devemos concluir o vector da existência
correr o fecho das galáxias para não mais
completar o século com os vulcões vazios
depois subir
com a calma de uma velhice
num suicídio
que demora a procriar
o que é o cérebro se não escuro
tinta que sobra das plantas comilonas
funerais só depois das nove da noite
que é quando o brilho assa e o morto comporta-se como morto
a demência não entra na tributação
nos cálculos da primavera
outono sim
é mês de cozer o pão entre as palmas das mãos
uma casa possessiva com ataques de nervos
e por que cai água nos regos cerebrais
O louco nada pelo ar em movimento de gibóia
Lento
Comprometedor
Como quem afasta o lodaçal com as arestas dos braços
Afiadas
Bilhantes como tudo que ilumina a gota
Chamam-lhe palhaço
Sorriso de alicate
Infiltra-se a chuva por dentro de alguém
Amamenta a loucura com sémen da sua paz
E dobra-se
Desta vez não espera pelos deuses à saida da taberna
Fecha-se em guarda-chuva – na sua verdade
Reparando feridas com o maçarico dos sonhos –
Intermitência - mas hoje ele não vai ganhar.
oiça pela voz de Luis Gaspar:
http://www.estudioraposa.com/audio/lugar_95_flavio_lopes_silva.mp3
visite:
www.teoriadoscalhaus.blogspot.com
o divino | 16Nov2008 19:54:16
Escrito por: Carlos Ferreira
Dizem que Jesus entregou a sua própria vida para que o mais ímpio dos pecadores pudesse ir para o paraíso, e que curou a humanidade com as suas chagas e feridas. Ora, isso é blasfémia, tal como os factos nos ilustram e muito bem. Chama-se a isso, parasitismo, e acontece nas mais variadas formas de movimento horroroso, pois na verdadeira vida isso não acontece. A verdadeira palavra de deus está muito para alem da bíblia e da sua interpretação, e são muito poucos aqueles a quem chega a palavra de deus. Mas muitos são, institucionalizados até, os que pregam blasfémias, e ofendem o próprio deus com o seu cego parasitismo, tecnocrata, sofista, capitalista… e em muitas outras formas deveras abomináveis! A vida está muito para além da própria vida e deus está muito para além dos caminhos que os parasitas indicam! Tal como Jesus deu a conhecer: “só os puros de coração verão a deus”! Mais uma vez vos digo: a vida é dada a quem realmente merece, pelo reconhecimento divino!
Esconder o amor | 16Nov2008 18:06:36
Escrito por: Diana Balis

Cheia de amor | 16Nov2008 17:59:10
Escrito por: Diana Balis
Cheia de amor
Ao céu de nuvens revelo a solitária visão Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (16)
Amor | 16Nov2008 14:13:10
Escrito por:
Amor
Pausadamente observo o amor sentimento
Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (26)
a razão | 14Nov2008 20:13:08
Escrito por: Carlos Ferreira
Que humano, que mata os mais da sua humanidade! Eu explico: cada ser é uma instituição que tem por função, como os factos, a história escrita e narrada muito bem indicam, a destruição da vida. Essas instituições possuídas e infestadas pelo mal! Mas também digo que a vida não é para todos, a vida é para grandes altitudes, uma pessoa má não vive, apenas se move no sepulcro, só as pessoas de bem vivem realmente! Reparem nisto: nascida a criança, ela tem uma serie de escolhas, mas essas opções foram produzidas por outras pessoas, sem o consentimento da criança. Isso implica o facto da criança não ter escolha, independentemente dos caminhos ela acaba sempre por ser uma cobaia da irracionalidade dos que dizem cuidar dela. Não houve sensibilidade na instalação de sistemas, o que leva ao que hoje designamos por, veto há vida, o sistema acima de tudo! Ora o que se pretende aqui, é, a vida acima de tudo! Com muita sensibilidade! A luta pelo bem, é uma luta lógica e racional, com sentido. E que está em sintonia com a lei universal infinita, e não com meras futilidades.
POESIA E LUSOFONIA É META ALEGORIA* (Cor | 14Nov2008 18:41:50
Escrito por: Ibernise
POESIA E LUSOFONIA É META ALEGORIA*
I (SONETO BASE - Coroa)
By Ibernise
Lusofonia é germe mui, humanizador,
Grande mérito da L Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (8)
a prova | 13Nov2008 17:54:12
Escrito por: Carlos Ferreira
Ora aqui está, o ser humano tem por sua felicidade, a desgraça dos que o rodeiam, senão vejamos: quando em interacção com outros o humano procura ser melhor, não aceita ser igual ou reconhecer que os outros são mais dignos. São felizes quando ganham mais do que os outros e quando se sentem acima dos outros. fazendo com que a sua felicidade acente na infelicidade de outros. A felicidade humana é um atropelo constante de tudo o que o rodeia: ri-se o sujo do mal lavado! Ao longo da história, ao nível intelectual, o ser humano nunca evoluiu, salvo claro, algumas excepções! As alterações a que assistimos foram a nível de logística, e mesmo assim a alimentação veio a piorar derivado à tal guerra química. Em vez de andarem a cavalo andam em veículos movidos a motor mas a nível intelectual nada evoluíram, pelo contrário, têm vindo a retroceder. O ser humano procede como um vírus, destruindo tudo por onde passa. Podemos também fazer a comparação da humanidade a alguém que se atira de um edifício muito elevado, e o edifício representa o principio e o fim dos tempos!
NOVO AMOR* | 13Nov2008 03:36:33
Escrito por: Ibernise
Em uma eterna caminhada
Sigo em busca de seu calor
Posso não encontrar nada,
Mas não vivo sem seu amor...
Mas não vivo sem seu amor,
Que é pra mim eleição, ânimo, Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (4)
cântaro que não sonha perde a asa | 11Nov2008 21:05:31
Escrito por: flavio l. da silva
escreveu o último parágrafro e logo tombou
como retalho de um retalho
átomo separado em chão vazio
ou então: orquestra espalhada pelo chão
o romancista exerceu a força bruta de pensar
lançou um cosmo e perdeu-lhe o rasto
a ponta da linha para afiar as horas umas nas outras
agora sofre
como o vinho parado
adquirindo a cor do céu da boca de um pássaro malvado
inflamando os dedos no teclado morto
auto-inflamando melhor dizer
rato que não tem por aonde sair
acaba por falecer de dor
cântaro que não sonha perde a asa
a morte é uma imagem que cega
escreve
escreve e soma desamores em cada linha
risca e
desarisca
dá um grito e chama pela mãe gorda
pede a guloseima numa bandeja fria
o texto pede que se mate
que se viole
o romancista treme
seus molares aparafusam-se letalmente
experimenta a violência em demonstração do Demo
as personagens ficam mal calculadas
carunchosas
ao terror das bússolas
sem identidade molecular
trocam-se os corações mantêm-se as cabeças
de capítulo em capítulo vai ressuscitando o peito
estala a castanha no fogo do pensamento
e o seu sorriso é de limar arestas
o escritor é vago quando sofre?
a cada dia quinze páginas condensa o beco
rameiras de sexos nas mãos como pedintes
resolve por ironia castrar o sol por falta de milagre
torna-se convexo passional
gelado na nuca
terrífico nas pontas dos dedos
alma muscular sem antídoto para nada
tela mal projectada na íris
ideias lamacentas para laboratório
falhou-lhe o pátio
o degrau que subia
rosas empinadas
pequenas castrações no sangue
vai esmorecendo em cada sílaba
cinzas de tabaco habitam nos poros
o romance perde-se no bosque que inventou
o sangue circula como vara
às duas da manhã entra a ópera nos ouvidos
ouves?
os animais amam-se selváticamente
sem palavras de poesia
no edredon da corte
a resina do mau odor ataca
o romancista sua o ópio que não opiou
está prestes a terminar o livro
as fendas são carneiros ao ataque
a palavra Fim demora-se
como eu quando tomei como amor uma rosa branca
o homem rói a contra-capa
estupidifica-se a olhá-la
chora porque não há virtude em ser homem
o barro mal se segura nas magníficas entranhas da solidão
devemos não ter deveres
a criação é um coito
se escreveres luz terás o sol
se escreveres morte terás abutres sobrevoando
ejaculando
sobre as palavras:
chão.
esterco.
dogma.
futuro.
o que dói é o pântano a subir pescoço acima
não sei de que ano é o mar
nem importa se o vento levanta a saia à desventura
entre o verso e a dor morre uma andorinha
o escritor advém da sua invenção
é um elemento apavorado
a levitação é só depois do primeiro sono
conduz as palavras com chicote
quer um fim desejado
à base tiros
sem inquéritos
com interrogações a doer os ossos
pensa numa palavra feliz
olha o sol encorpado pela primeira vez
as horas são burlas
o momento é de gravitação nos ovários da nascente
o sangue ultrapassou os pinheiros altos
tornou-se seco
tão seco como o louco que se emborracha
é hora de dormir
trincar a língua pagã
os seios da madrugada ao rubro
que linda é a noite quando se levanta o tampo!
o seu sexo brilha: diamante original
apetece fornicar até a mais pequena cigarra
o escritor bebe e mija ao relento contra o tempo
é hora de dormir no iodo da loucura
era preciso falar sobre os homens
na masterização do poente
salvou-se
na cega luz do poema-mãe
desenhou um Xis no peito com uma navalha
oiça pela voz de Luis Gaspar:
http://www.estudioraposa.com/audio/lugar_95_flavio_lopes_silva.mp3
o percurso | 11Nov2008 13:50:53
Escrito por: Carlos Ferreira
A justiça, o amor, a sabedoria, a verdade, quando são coisas divinas, vêem bem, e sabem aquilo que fazem. Quando essas coisas se passam ao nível humano, são cegas e não sabem aquilo que fazem. Logo, o que torna um ser-humano especial, é ele ter propensão divina, e viver em função do puro e nunca do mundano. É reger-se pelas leis do universo infinito, e não pelas leis dos homens e mulheres! É cuidar da alma, e uma alma saudável, fará um corpo e uma mente saudáveis! Só uma coisa faz sentido: o bem!

