Poesia Revista 2018 online leia a Revista. | 05Abr2018 14:51:13

Publicado por: Diana Balis

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 Show de Compositores Rádio Estrada 55

Poetas convidados: Gisele Lemos, Brunna Balbina, Juan Ribeiro, Márcia Schweizer, Val Mello. Músico convidado: Andre Penna-Firme.

APOIE A MÚSICA POPULAR BRASILEIRA, DIVULGUE, COLABORE, PRESTIGIE, VÁ AO TEATRO.

Dia 7 de abril de 2018, sábado, às 15h. Duração: 2 horas. R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia).

Concepção, curadoria, roteiro e supervisão geral: Ricardo Loureiro. Direção:Alan Pellegrino. Equipe de som: Wagner José e Seu Bando Wj Esb.

Vários compositores da música popular brasileira independente apresentam composições próprias emais a participação de grupos de teatro e de poesia.
 
 

 

 
 
 
 
 
 

Gisele Sant Ana Lemos e a “Poesia Revista”

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Poesia Revista, convite, Rio de Janeiro. | 20Mar2018 08:20:21

Publicado por: Diana Balis

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Mauro Macieira da Costa, Advogado. | 11Mar2018 13:58:57

Publicado por: (......)

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Conversei com Mauro Macieira da Costa Auditor, Professor e Advogado Formado pela Faculdade Càndido Mendes, Especialista em Direiro Penal e Curso de Balística e Perícia Criminal, IMLRJ, com Pós Graduação em Direito Tributário,

No dia da Mulher, nos diz:

Desejo para todas a mulheres:

"Um Feliz Dia Internacional da Mulher!"

"Tenho muito respeito e admiração pelas Mulheres, temos muito para conquistar, pois o preconceito velado, com as piadinhas, é o pior.

Desejo que aconteça o fim do constrangimento

para com a Mulher.  Chega de abuso e violência!

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Vamos terminar com a discriminação contra a mulher."

 

Nós Mulheres, agradecemos confiantes que suas boas palavras virem açôes e atitudes!

Para contato abaixo:

mmcosta2001@yahoo.com.br e Cel: 055 21 996118740



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Carnaval do Rio de Janeiro, apurações 2018 | 14Fev2018 19:04:14

Publicado por: Diana Balis

tuiuti2018_595x292.jpgCultura e Arte, o povo carioca, em 2018, mostrou ao mundo, que samba no pé,também faz democracia, o povo, deseja realmente realizar, fora do carnaval, muita justiça e além da Arte, somos pao e circo, vestir a fantasia da política,

Fora Temer!  Fora Crivella! (que viajou no nosso carnaval carioca)

Parabéns, escolas de samba do Rio de Janeiro!

Venceu o povo brasileiro em criatividade, com menos verbas, arrasaram nos enredos, e nos temas políticos.

Parabéns TUIUTI, Salgueiro, que surpreenderam e agradaram o povo Brasileiro.

Segue o samba da TUIUTI! 

Beija-Flor de Nilópolis, Parabéns! 1o Lugar.

 

Acredito na arte como manisfestação e política, vamos invadir Brasília com poesia!

 

 



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Tempo de Amar III | 13Fev2018 14:56:22

Publicado por: Diana Balis

fotos_historicas_beijos_guerra_006_758x591.jpgTempo de Amar III  

Uivos sedentos

Ensejos de amor

Ruídos sonoros

Norte sedutor

Escapar ou levitar

Tempo de amar.

Diana Balis 

Rio de Janeiro, 11 de fevereiro de 2018.

 

 



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Puta dos infernos | 07Fev2018 14:49:09

Publicado por: ../..

BLOGTOK | CICLOS DE POESIA | 7 PECADOS | LUXÚRIA | ANTÓNIO RIBEIRO

Puta dos infernos
de vermelho e negro
excitas-me
agora que sou rei
agora que comando exércitos
como te queria lamber no chão
chupar-te as ancas
as coxas
as mamas
a cona
o sexo
és a minha rainha
de vermelho e negro
és a p

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Contrato de amor. | 04Fev2018 09:52:11

Publicado por: Diana Balis

 

Diferen_aDeIdade1.jpg

Amor virou contrato. 

Passagem entre os povos. 

Veja meu passaporte, 

Repleto de viagens de amor virtual. 

Bagatela sem paixão, de escolhas aleatórias. 

Colhendo frutos sem sementes 

Comendo sem vontade real. 

Amor virou troca, e cada vez de menor valia. 

Nem as puras fazem como antes... 

"Nem sou freira nem puta!"  Nem sou juíza nem ladra! 

Sou Mulher. Simplesmente isso! 

Homens andam tão meninos e distantes de Mulheres reais! 

Peguem as novinhas, elas são inexperientes... 

Tem sabor de fio dental. 

Compram todas as suas idiotas ideias. 

Mas vão trair você, na melhor oportunidade. Afinal, burrice tem limite! 

Uma de vinte, não vale a de 45. 

Mas mães, mulheres, é que ganham menos e continuam a educar seus filhos homens sozinhas. 

Deixando os pais irem sem compromisso, fazendo filhos e mais filhos em cada esquina. 

Você, sem ninguém, sem marido, continua na luta pela feminilidade, ganhando menos.

Eduque seu filho homem de forma que este respeite a Mulher que você é! 

Mulher, seja mais firme e eduque para o futuro. 

Diana Balis, Rio de Janeiro, 4 de fevereiro de 2018.



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País del miserê | 31Jan2018 08:45:56

Publicado por: Diana Balis

mindi_copy.jpgPaís del miserê


Brasil república de Norteamericanos
Ni se engaña, todo comenzó con América del Norte, queriendo dominar el mundo.
En el caso actual, el mundo llama a Brasil.
Hacer políticas con China, Japón, y otros países del este europeo, no podemos!
¡O los políticos, que años y años sólo quedaban en los conchavos y mamaban en las americanas, ya eran! ¡Cómo así puede!
¡Nuestro Brasil, ya venía un AmericanSulBrazil, y ahora como nos quedamos $ # @!
Nos quedamos con los cien: sin casa, sin educación, sin salud, sin nada.
¡Los políticos corruptos, con todo, y los juristas, con todo junto, la colusión general!
Impedieron a la Presidenta Dilma, con un safado y ladrón al mando, el Sr. Cunha comandando la fiesta, ese preso, por lo menos!
Ahora van a arrestar al ex presidente Lula, entonces dígame, fuera el señor loco Collor que quiere volver, quien en ese país presidente, fue antes condenado a algo !!
Todo corrupto de pipa suelta, o bien presa en las rabiolas americanas ...
El espacio es nuestro, la Amazonia, es nuestra, las aguas son nuestras!
¡Las piedras preciosas y el oro ya lo llevaron!
Personas! ¡Vamos a despertar a la vida!
¡Llega de "I love you!" Y vamos al "Je t'aime"!
"Temer", {fuera Temer!}
Y que no hay que olvidar que no hay nada más que hacer en Brasil.
¡Fuera todos ladrones de cuello y corbata de Brasilia!

De la ciudad de Río de Janeiro, 31 de enero de 2018. Diana Bala!

Rio de Janeiro | 27Jan2018 10:48:44

Publicado por: Diana Balis

8016722728_bff9f59fef_b.jpgVista_Chinesa.jpg

Rio de Janeiro

Diana Balis


Path in the grass, between the river and the sea, centennial trees, are thirsting for hope

Hills occupied by alleys and slums, and entire families without destination.

Sewage, rubbish, streams and below, on the way to the sea in Leblon

In Vista Chinesa, the belvedere, I experienced the most beautiful and deserted landscape, in the simple expression of beautiful life.

Rio de Janeiro, in the future in the heat of the night, has bandits in the streets, and in the buildings by my side.

I tired the poetic word of Carioca, I want money in the hands of those who live the honesty of daily life.

Everyone moves, and they travel in the need to come and go here.

They long to be Cariocas: Mineiros, Paulistas, Sulistas, Pernambucanos, Baianos, who else!

Sand sculptures are silent in the afternoon to applaud the sunset

Poetic is to be human, and to have compassion for being social.

Love of life that will be reborn as a phoenix.

 

Rio de Janeiro, 27 de janeiro de 2018.

 

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Sonho, Praias Cariocas, Praia Vermelha. | 13Jan2018 08:18:22

Publicado por: Diana Balis

 

Praia_Vermelha_Rio_de_Janeiro.jpg

Vento forte, apalpo as areias da praia vermelha.

Movem-se todos os personagens do passado na roda da vida.

Morros de bondinhos, sob as cabeças desavisadas e retorcidas.

Refaço o percurso do Caminho do bem-te-vi
olhando o mar.
 
Respiro e ouço as ondas, vida à passar. 

Descalça na pedra, alimento o prazer de amar.

Um dia qualquer, essa pintura capturada na foto, revolta o sonho.

Diana Balis, 13 de Janeiro de 2018.



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Verdade | 12Jan2018 02:15:56

Publicado por: Diana Balis

5103fcd153e5c0bce790e0b6bcd0b285.jpgVerdade:

Ter pais casados por 60 anos.

Considerar que se viveu 400 anos.

Ter felicidade, ainda que existam os políticos corruptos e seus seguidores... 

Ter esperança, ainda que tarde, agora já são no Brasil, meia noite e passaram mais de 24 horas. 

Amar, e ter vontades nas madrugadas, como cantar e dançar em sua própria casa. 

Importam esses outros descontentes e desavisados, que de tanto tenho para amar e oferecer, a alegria e a retribuição à vida! 

Que vida!  Gente!

O enlouquecimento de tantos, tem-me feito bem e causa danos. 

Um tão querer, que nem de mim oculto! 

Um bem viver, sem sentido algum... 

Minutos importam, e a existência perene...Também!

Vê, tem vida aqui e ali! que segue;

Mesmo que nem me alcance tanta saúde ou felicidade.

Há Arte em criar as oportunidades de dizer que o amor existe. 

Onde! Como! 

Todos estão completamente atados, entre as amarras que nem reconheço como minhas. 

Vida perene, e a  calma de todo dia, me abala e diz: 

Calar, faz parte de algo menor, quer dizer: tudo o que penso, persegue,

Pensar é tudo o que posso dizer nesse tempo, onde: 

Homens e Mulheres, vivem num deserto desconhecido, como o desenho de impressões incompletas.

Nada se encaixa como num quebra-cabeças.

Tudo apenas  persiste, e a vida segue, e daí! 

Somos seres da eterna insegurança e esperança que persiste, atados ao passado, relegados ao futuro sem presente.

Diana Balis, Rio de Janeiro, 12 de janeiro de 2018.



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Nada vejo, nada falo eu escuto | 10Jan2018 06:03:15

Publicado por: Diana Balis

treapor.jpgVejo pessoas divididas num Pais de fome. Brasilize*! 

Vozes gritam pelos cantos a liberdade de viver com qualidade, onde! 

TVs com programas de religiões, como se a fé de um povo, fosse apagar os estragos e danos vividos e realizados por políticos e corruptos, fazem anos. 

São muitos, são tantos, que temos um silêncio imbuído na verdade nem dita, reprimida, guardada. 

Olho para os lados, ontem, nada podiam dizer, e hoje! 

Poderemos falar, será! Você vai votar, em quem confiará! 

Medidas emergenciais necessárias para uma saída de emergência, num país em crise, 

Pela crise criada por pessoas gananciosas e maléficas ao povo. 

O povo calado! 

Vivemos para acordar cedo e irmos ao trabalho, quando não chove e nossos pés estão cobertos com as lamas dos outros, 

Não é o povo sem educação, é a elite que deseja o povo sem educação, 

Não é um povo miserável, é a elite que governa o Brasil que deseja o povo sem casa, sem assunto, sem comida, sem terra, sem nada. 

Calados, sem visão de futuro, sem ver nada de bom para ler nos jornais, ver nas TVs, e aceitar, sem ter tudo que se deseja, mas eles votam, o povo escolhe seu Presidente, Prefeitos, Governadores, Deputados, Vereadores, mas esses são contra o povo. 

Solução para a crise, tem! 

Mudanças:

Escolher quem nunca foi político na vida antes.

Fazer das praças e locais abertos, salas de leituras e discussão ao ar livre. 

Trazer para os locais públicos, além de arte nos bairros, leituras, debates e atividades de integração, filosofia e formação de pensadores, e resgate de autoestima, associação de ideias. Criação com construção. Ação. Construir um país pelas beiradas. 

Sabe como é!

 

Atitute!

Diana Balis, Rio de Janeiro, 9 de janeiro de 2018.



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Telhado de Vidro | 07Jan2018 09:48:49

Publicado por: Diana Balis

clarice_sabedoria_8.jpgTraçados e mouses nas mãos que manuseiam os vigores da vida, o alimento.

Mulheres descabelam-se por tantas tarefas, mas querem fazer sexo.

Homens honestos e felizes, por tanta fartura de vida, comida e sexo.

Verdades e mentiras, todos desaprenderam a amar.

Ambos querem ser felizes, sucedidos, equilibrados, e fazerem amor.

Necessitamos voltar ao tempo de reflexão.  

A sociedade avançou nos relacionamentos, nas expectativas, no feminismo, será!

Caminhar olhando as novas possibilidades de vida.

Sair em busca de seu verdadeiro sentimento, e não de falsas sensações obsoletas. 

Conceitos mudam, preconceito desconsidera, porém existem. Mas para ser diferente, temos que ter ações

Congruentes com a vida. Todos precisam de teto, alimento e amor.

O corpo é a nossa casa, nossa estrutura formada, pensamentos, ações, emoções e atitudes para com o outro. 

Estamos criando seres sem sentimentos, sem estímulos, sem atitudes. Apáticos!

Procurar o verdadeiro significado e a sensação de sua vida, já! Para ontem!

Não somos repetidores, e máquinas obedientes.

Vivendo, aprendendo, errando, tentando, mas refletir sobre o que se deseja, e não o que desejam que façamos,

Não é não!

Dizer não, é fundamental. Quase ser sobrevivente, um sem lugar, sem alimento, sem alma, um ser invisível...

Você que teve educação, dinheiro e amor, está na hora de tomar uma atitude e reagir,

Faça a revolução de sua vida e existência, reconsidere que erramos em tudo e recomece. Desistir jamais!

Viver é ótimo!

Precisamos otimizar o tempo perdido e irmos a luta! Nunca ouvi frase tão antiga e ideal nos tempos de hoje.

Pare de olhar o telhado de vidro e vamos a construção do real valor que importa a vida.

Mãos a obra. Você se merece!

Diana Balis, Rio de Janeiro, 7 de janeiro de 2018.

Minuto silente | 04Jan2018 09:00:27

Publicado por: Diana Balis

 hqdefault.jpgPovo que admira estátuas de bronze


Caminha com seus cães pela orla

Aplaude o por do sol e a fotógrafa só sorrindo

Pedintes nas ruas, em todos os lugares, em todo país!

Brasil rico no misere!

Vou cantar para Vinícius o amor a terra pátria mãe!

Amor nesse tempo de cólera! 

Todos estão calmos, olhando os fogos da Cidade Maravilhosa!

Tantos tiros e ladrões por aqui!

Por ali também...

Boas novas, anos de elegermos mais uma # * tralha!

Conhece o ditado que diz:

Mais verbas e sempre menos educação, o povo, pão e circo.

Ignorância perdure, o que é bom, dura pouco e haja! Temos ainda o deduro.

Peço então um minuto silente.

Diana Balis, Rio de Janeiro, 4 de janeiro de 2018

Calma | 31Dez2017 07:19:55

Publicado por: Diana Balis

clarice_lispector_rio.jpgBrande o tempo com súplica

Névoas nem reparam os tecidos puídos 

Roer unhas de anseios numa expectativa sorte

Avisos ao léu e pés acelerados no motor

Cante uma só vez, e me acorde mais tarde.

Vejo que as nuvens nem amanheceram,

Novo dia, e novos números.

Hoje a matemática do amor, está multiplicando, fogos já apavorando a cachorra,

A solitária visão de futuro, é incerta...

Nada se compara com o sol nascente no horizonte. Vislumbro a viagem.

Corre que os tickets do metrò já encerraram a espera.

Um dia ir, e viver, mais e mais, o calor do seu olhar, no brilho do chão encerado,

Nem esmorece.

Volte, volta, venha me ver, uma vez mais,

Deitada em seu colo acalentada.

Diana Balis, Rio de Janeiro, 31 de dezembro de 2017.

Foto do site> Clarice Lispector no Leme, Rio de Janeiro. https://www.segueviagem.com.br/ponto-turistico/estatua-de-clarice-lispector/



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Findos Dias, homenagem ao amigo escritor Estebanez. | 29Dez2017 08:10:17

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(Afonso Estebanez Stael, nasceu em Cantagalo,
RJ dia 30/10/1943, faleceu em 12/12/2017)

Findos Dias

Semana passada comemorei os mortos,

Hoje comemoro os mortos, todos os dias morremos um pouco.

Aprendi em Porto Seguro, na Bahia, a tomar cachaça e comemorar os mortos...

Esse texto não é apologia aos mortos, mas há vida!

Cada dia, um signo, um sinal, um indo...

Aprenda a ler os sinais de fumaça, fogo e destino.

Contente-se com a sua existência terrena e efêmera.

Não saberemos os segundos, quem dirá, minutos!

Saudade.
 
 
Tantas de tantos amigos, amados, parentes, todos se foram...

Talvez um por semana, um por dia...em um minuto.

Acolho o presente, novos horizontes e amigos, sensível passagem...

Da vida efêmera, pretendo mais que a saudade.

Alegrias, comemorações e lutas!beija-flores_1.jpg

Ainda que seja tarde!

Diana Balis, Rio de Janeiro, 11 de setembro de 2016.

(Texto antigo e guardado nas gavetas, hoje arrumo, tempos de férias. Dedico o texto em  homenagem a Afonso Estebanez, amigo, escritor, grande sonetista, na foto acima, fez a passagem e até!)

2018 Ano Cão Terra... | 26Dez2017 11:10:53

Publicado por: Diana Balis

indio8521_1.JPGÿ2018 Ano cão terra 


Significados e esperança completam a gestão enfadonha de consensos... 

Diferente da razão, os poderosos e políticos, nunca pensam que podem perder um dia feio! 

Os nômades serão vitoriosos porque passeiam descalços e despidos de grana. 

Ricos serão os que tem prazer de viver pelo trabalho honesto e terão de tudo! 

Vão receber de bom grado, longe das propinas nacionais. 

Consideração pelo povo, conquistas e vitórias, serão nas urnas. 

Ano 2018 da Mãe Terra entre as conquistas do fiel cão escudeiro. indios_de_verdade.jpg

Defenda seu cachorro e alimente alma do pedinte, 

Todos seremos negros, índios e miscigenados de nobreza, 

O real valor de nosso Brasil colorido é golpear com fervor, os políticos desse país! 

Somos Brasileiros, e somos, 

BRASILÍNDIO! 

INDOBRÁVEL! 

RESILIÊNCIA!


 

Diana Balis, Rio de Janeiro, 26 de dezembro de 2017.



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Natal | 19Dez2017 12:00:19

Publicado por: Diana Balis

download.jpgNatal

 

Miseráveis seres corruptos

Pedintes reunidos

Cantos sonoros

Fios de carne de peru

Aja trabalho, Deus!

Sem salários,

Cem dinheiros...

Desonestos embutidos,

Vira casacas!

Tios Patinhas no Brasil

Somai todos!

Dividam os pães,

Na terra de cego,

Quem cala,

Foi crucificado!

Gisele Lemos

Desejo um Natal harmonioso e reflexivo para sua família.

 



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Academia Brasileira de Letras Rio de Janeiro convida | 25Nov2017 08:58:03

Publicado por: Diana Balis

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Prezados amigos escritores e leitores

ABL tem realizado conferências e atividades com teor político e social, acrescento esse seminário sobre A Crise e Metamorfose da Democracia, acontece dia 30 de novembro de 2017, e eu não poderia deixar de divulgar no site, coordenação da Acadêmica  

Rosiska Darcy Oliveira ocupante da cadeira 10, escritora e ensaísta.

 
 

Homenagem, Poesia:

Unicórnio Azul

Diana Balis

Mulher caleidoscópio,

Fraternidade, igualdade e temperança.

Malícia nos campos de folhagens,

Revelada em imagens de futuro.

 

Sonhos reais e imensuráveis,

Unindo seres vivos e minorias.

Galopar no coexistir do diferente,

Exercício de congruência dos fatos.

 

Mulher temperada no tempo,

Sexualidade, política entre nichos. 

Navega o mar de gerações.



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Peixes Morrendo em Mato Grosso do Sul Denúncia! Rio Taquari pede Socorro! Brasil... | 23Nov2017 10:44:17

Publicado por: Diana Balis

23472885_10213865350565248_2529243263594948774_n.jpgMilhares de peixes estão morrendo na baía do caronal.

Fazendeiros fecham as bocas das baías com aval de políticos e a proteção da polícia.

 

Os fazendeiros fecham a entrada das bocas das baías para que sequem e no lugar eles aumentam suas pastagens para os bois.

Morrem milhares de peixes que iriam reproduzir na piracema.

São crimes ambientais que já estão acontecendo a mais de 40 anos.

Infelizmente os fazendeiros tem a conivência com os órgãos fiscalizadores do Estado de MS. Segundo os ambientalistas, alguns desses fazendeiros são políticos influentes por isso nada acontece.

Um crime ambiental no rio Taquari em Coxim, Socorro! Pedimos ajuda para nosso Rio.
Pescadores, ribeirinhos, ambientalistas, acadêmicos, comerciantes e a população em geral estão unidos para denunciar esse crime que já vem sendo cometido a anos.
Mas chegou ao ponto que você está vendo. A natureza pede socorro.
 
foto de Ariel Albrecht
 
Diana Balis, denúncia!
 
 

Convite a Poesia Revista 2018 | 03Nov2017 08:26:35

Publicado por: Diana Balis

17800172_1420220964665572_8673617508436794480_n.jpgAmigos escritores e poetas, estamos convidando para lerem o Edital da 4a Edição de nossa Poesia Revista 2018.

Lançamento em março, na Tijuca, na Cidade do Rio de Janeiro.

Tema: Amor. 

Inscrição no link abaixo indicado

docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScsstcBJfuEC7QCChbQZkIClTiThNUsHVyM2Ycxh4Qf4triiw/viewform

e entre no nosso grupo Poesia Revista no facebook www.facebook.com/groups/630532336983400/

Amor 

Congele a imagem e recicla

A vida segue singela 

Vomito incansáveis esperas

Aguarde as surpresas

Passagens na mão

Repleta de verdade intensa

Deposita amor em vão

Acabe logo com a desilusão

Prepare o encontro de paixão.

Diana Balis, Rio de Janeiro 3 de novembro de 2017



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Lançamento da obra "A Arte pela Escrita Dez, Vários autores dia 14 de outubro em Porto, Portugal. | 13Out2017 11:56:38

Publicado por: Diana Balis

  22089069_271474423371701_3498158360418327291_n__1_.jpgTenho o prazer de convidar amigos e poetas, acontecimento em Portugal. 

Lançamento da obra "A Arte pela Escrita Dez, Vários autores dia 14 de outubro em Porto, Portugal.

Para participar desse evento acesse página do facebook abaixo e fale com Dionisio Dinis. Mosaico editora. Muito feliz em participar dessa obra como escritora,

Diana Balis

facebook www.facebook.com/events/300158137151431/

 

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Ode a trivialidade | 30Set2017 02:00:39

Publicado por: Diana Balis

20170929_182925.jpgOde a trivialidade 

Diana Balis

Senti no trovão do dia a rivalidade

Medo que evade a Cidade de reféns.

No horizonte desapego do fim, nego acuidade.

Rio que transborda detritos,

Seremos a esperança de Paz e absténs?

Poeta encanta ou resmunga solidário.

Amo e recebo sucatas de corruptos,

Curas obsoletas de inaptos.

Voa o poeta arredio,

Mundo cruel no crivo de expertise.

Finca a bandeira Brasileira na catálise,

É tarde!

 

Evento da APPERJ, hoje, Fundaçao da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. 

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Rio que flui. Homenagem a Ferreira Gullar | 29Set2017 13:25:33

Publicado por: Diana Balis

Gullar.2013.jpg Rio que flui

O riso escorre lento
Nas águas verdes da terra
A Floresta da Tijuca verte num breve adeus
Em passagem de bichos serenos
O fluir é suave gosto.
Veja como entre as pedras e o banho
Pássaros escondem os ninhos
O vento assobia e vai tarde…
Mas é cedo para se viver um breve adeus.

Ferreira Gullar (Homenagem)                                                Gisele Lemos

 



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Somos filhos de quem? | 13Ago2017 18:54:32

Publicado por: Diana Balis

Somos filhos de quem?

Filhos da rua, filhos de erros, filhos das mães sem os pais, filhos dos filhos de outros, tantos descuidos, e filhos amados ou rejeitados, filhos queridos, filhos da luta, filhos dos filhos, e pais de todos os filhos, o Pai-nosso que estais no céu e por Deus, Pai de todos, vamos ter filhos, e sermos Pais responsáveis para termos um Feliz dia de Pai, e conosco, todos os Filhos da anarquia.
Diana Balis

Lançamento do cd Priscila Marchon | 13Ago2017 18:16:13

Publicado por: Diana Balis

unnamed_1.pngPriscila Marchon

por: João Carlos Leal

Silêncio e solidão. É a partir desses dois ingredientes que Priscila Marchon elabora sua música. São sete composições prontas, além de vários rabiscos para organizar. Cinco delas estão no seu primeiro CD, Clareia, nome da música de trabalho que gravou ao lado do rapper Mahal Reis (filho do cantor e compositor Luiz Melodia). Fruto do casamento de um contador com uma costureira, Priscila bem que tentou seguir o caminho da mãe, das tias e de tantas outras mulheres de Nova Friburgo, e se dedicar ao ramo de confecção de lingeries. Mas seu coração não pulsava no ritmo das máquinas. Falou mais alto seu amor pela música, que os próprios pais semearam quando, ainda criança, pagaram as primeiras aulas particulares. Há três anos, Priscila  de sua arte. Canta em bares, hotéis, festas, casamentos. Apaixonada por MPB, tem uma queda especial pelo romantismo, seja no forró ou no samba. Com seu primeiro CD planeja alçar voos mais altos e levar sua voz, suas composições e as releituras que faz de grandes ícones da MPB, para todo o país, e além.

 

 

 

 

 

 

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Oficina de Teatro Graco no Centro de Artes Calouste Gulbenkian | 21Jul2017 19:32:54

Publicado por: Diana Balis

19415861_10207866274809448_1735455042_n.pngAcontecem as Oficinas de Teatro Graco no Centro de Artes Calouste Gulbenkian, Rio de Janeiro. Grátis.

Alunos da Oficina integrarão o espetáculo que estreará dia 11 de agosto as 20h. Imperdível!

19601139_820020604830159_3034340793364086142_n.jpgDiretores Denilson Graco e Alex Amorim com o elenco:
Luisa Linhares 

Tuca Muniz 

Thamiris Dias

Francisco Bernardino

Rosana Pio

Lene Ras

Camélia Pinheiro

Henrique Machado

Brunna Bal

Bruno Lubryart

Gisele Lemos

Alice Serrano

Flávio Agilis

Jonatahs Reis

Alana Mariano

Elyan Lopes

Wemerson Rismo

Jorge Cabral

Leo Massukato

 

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A casa está aberta. | 20Jul2017 02:41:12

Publicado por: Diana Balis

amanhecer_na_praia.c52drl58bgo4c4gog4occ80g0.801di6u7wqo0w0w8w8coswgk0.th.jpegA casa está aberta

Diana Balis

Tem dias que os olhos entrelaçados têm rodas e rodopiam.

Cantam com as meninas, cantigas do além mar.

Debulhei o milho, plantei batatas e utilizei estercos de estrumes de elefantes do Circo,

Eram plantações de cenouras…

A vida nunca será a mesma no amanhecer.

Sorriu maliciosamente e sem medo de perder o prazer de viver.

Brigar, não será mais necessário.

Todos os homens que escutam infortúnios,

Alcançaram meus pés em corridas.

Pintei paredes, abri portas e neste momento,

 Lamento o silencioso que mudou-se!

A casa está aberta,

Repleta de felicidade.

Rio de Janeiro 19 de julho de 2017.



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Convoco | 10Jul2017 18:43:19

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 4d53d02228f65159012666afa95c9496.jpgComigo

Com você.

Querido,

Aguerrido

Rindo,

Guê.

Varal e

Palavras no ar

Ressurgem

Vômitos e plateias sem acenos...

Convoco:

 Aplausos de silêncio oculto,

Sentido de alma desperta.

 

Diana Balis

Pintura de Jesús Enrique Emilio de la Helguera Espinoza, Mexico. 

Mia cucina | 28Jun2017 16:05:14

Publicado por: Diana Balis

65e3b46a1a15578b07b3758897dd2d61.jpgHo cucinato nella mia cucina, 

mi piace per nutrire l'anima. 
Lavandini pieni, 
pasti solitari.
Diana Balis
 
 
 
 
 
 
 
 
 
COZINHA DA ROÇA Robson Neves
 
 
 
 

LANÇAMENTO DOCUMENTÁRIO PANTANAIS DO PANTANAL | 21Jun2017 15:34:32

Publicado por: Diana Balis

MARCELO__CARLA__MORGANA_E_LUIZ_IRALA_NO_RIO_PARAGUAI_EM_PORTO_MURTINHO__FOTO_PAPITO_.jpgLANÇAMENTO DOCUMENTÁRIO PANTANAIS DO PANTANAL

Pantanais do Pantanal é o 6º longa-metragem com assinatura do casal de sócios da Código Solar Produções, Marcelo de Paula (direção, fotografia e roteiro) e Carla Mendes (edição e produção).

O documentário será lançado no consagrado Instituto Moreira Salles (Rua Marques de São Vicente, 476, Gávea – RJ), no dia 30 de junho, às 10:30 hs, em evento fechado para convidados, patrocinadores e profissionais da mídia.

Com apenas 8 anos de idade, fazendo pequenas intervenções como câmera adicional, a participação de Morgana Mendes Paula Carneiro, filha do casal Marcelo e Carla, na equipe de produção de imagens é outro destaque do filme. Numa expedição de dois meses por 11 sub-regiões do Pantanal, entre os Estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, ela fez história por onde passou: primeira criança a pisar na Estação Ecológica de Taiamã; ficou frente a frente com várias onças, jacarés, queixadas e demais animais da fauna do Pantanal. Andou pela primeira vez de bimotor, voadeira, veículos de safári e experimentou várias iguarias da culinária pantaneira, tais como caldo de piranha, sopa paraguaia, arroz carreteiro, saltenha, carne de jacaré, inúmeros peixes da região e saboreou a erva do Tereré!

FILMANDO_RIO_CORRENTES__FOTO_CARLA_MENDES__.jpgMais de 10 mil km rodados para contar essa inédita história das 11 sub-divisões do Pantanal. 13 municípios selecionados como sets: Porto Murtinho, Aquidauana, Rio Verde, Sonora, Coxim, Miranda, Bodoquena e Corumbá (MS) e Cáceres, Poconé, Barão de Melgaço e Santo Antônio do Leverger (MT). A expedição ainda rodou nas empoeiradas Transpantaneira (MT); Estrada Parque Pantanal; Estrada Parque de Piraputanga e a MS 228, mais conhecida como Estrada do Corixão. Sem contar as inúmeras vias de acesso às fazendas que apoiaram o Projeto: Pouso Alegre Lodge; Jaguar Ecological Reserve; Haras Bafo da Onça da Araras Pantanal Eco Lodge (MT) e Fazenda Igrejinha; 23 de Março; Fazenda Pouso Alto – Pousada Mangabal; Passo do Lontra Parque Hotel; Fazenda São João; Fazenda Vitrine; Fazenda São José – Pousada Aguapé e Fazenda Baía Grande de Rio Verde (MS).

A Produção percorreu de voadeiras, chalana, balsa de carro e Barco Hotel Jaguar do Pantanal inúmeros rios que compõem a região do Pantanal: Paraguai, Miranda, Taquari, Negro, Aquidauana, Abobral, Jauru, Feioso, Piquiri, Correntes, 3 Irmãos, Rio Verde, Salobra, Rio Vermelho, Cuiabá e outros. Imagens aéreas produzidas por voo de avião bimotor e drones e imagens subaquáticas compõem as belas cenas do filme. Foram registrados mais de 25 depoimentos para o filme com temas que abrangem o roteiro: Cavalos Pantaneiros, Pesca, Gado Caracu e Nelore, Guerra do Paraguai, ecoturismo, Estação Ecológica de Taiamã, chapéu Karandá, construção da Transpantaneira e da Estrada Parque Pantanal, ocupação humana no Pantanal, Pesquisas Científicas etc. Com lentes de longo alcance e totalmente em HD, foram filmados mais de 50 espécies da fauna pantaneira, com destaque para nove onças em diferentes locais e atividades, um bando de queixadas atravessando o Rio Paraguai, jaguatirica, casal de araras-azul e de capivaras acasalando, urutau, Tuiuiú pousando no ninho, porco monteiro com filhotes, ema chocando mais de 30 ovos, todas as espécies de cervo da região e inúmeras aves! Totalmente original, a Trilha Sonora é outro destaque do filme. Composições temáticas nas mãos do talentíssimo carioca Zé Neto, produtor musical, Presidente da Musimagem Brasil, compositor e violonista que já tocou com Suely Costa, Fátima Guedes, Sebastião Tapajós, Robertinho Silva e outros. E uma maravilhosa cena gravada numa Chalana descendo o Rio Taquari, com as violas pantaneiras dos músicos de Coxim, Adão Reis e Kurikaka. Entre pilotos de voadeiras, guias e técnicos de cinema, a equipe contou com mais de 10 integrantes ao longo da expedição. Sem contar com profissionais de peso que estão envolvidos na pós-produção para correção de cor e mapas gráficos. O link do documentário Pantanais do Pantanal no Facebook tem o trailer do filme, com mais de 71 mil visualizações. Um média alta para um filme independente:

https://www.facebook.com/pantanaisdopantanal

Marcelo de Paula - (22) 98839-5183 // (22) 2630-5878 Carla Mendes (22) 98839-5183 // (22) 2630-5878 



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Viver no Rio de Janeiro | 19Mai2017 23:06:48

Publicado por: Diana Balis

 17635448_1412778435409825_7228824922165236656_o_1.jpgA vida mudou e a Cidade Maravilhosa está falida, sim, todos sabem.

Onde está a Petro? Onde aconteceram as Olimpíadas? Onde essas empresas citadas na lava jato também estiveram realizando obras? Rio de Janeiro, claro!

Bem-vindos a novidade? Ou a minha nova idade?

(foto com o Advogado e Poeta Marcus Vinicius Bernardo)

Nem tão afoita as escritas, o meu mundo deu tantas voltas, eu que sempre denunciei os políticos corruptos, que devem ir as prisões, e caso nem forem essas suficientes, façam mais cadeias,

Mas consertem também a Justiça, que anda meio cambaleante para alguns lados...


Falar de poesia numa hora dessas? Onde até as bolsas oscilam, as suas, a minha, e a vida que ainda bem, trouxe o couro ecológico, novas opções!

Estou tentando dizer que a Diana Balis anda fazendo Poesias Revistas.  

E foi realmente uma noite especial de lançamento em Ipanema, com escritores de 4 países e 13 Estados do Brasil, aconteceu no mês de março desse ano, Poesia Revista 2017.

Porém também cansa viver numa Cidade Maravilhosa, caminhando preocupada com a Tijuca, e o Rio de Janeiro.

Não desejo que sejamos reféns de bandidos que voltam as comunidades que aqui nos cercam. Estou preocupada com a fome e a pobreza, já se acumulam em nossos quarteirões e por onde caminhamos.

A vida segue...

A poetisa Diana hiberna como forma de nem querer sem além do olhar a paisagem, uma foto, e imagem, que deverá se perder no tempo...

Passado ou no presente contínuo, a aflição da vida, lutando pela democracia, liberdade e a verdade.

Contra a corrução nacional desses políticos e seus aliados, como todos bons brasileiros. Assim espero.

Desejamos a todos, um ótimo fim de semana, esperança sempre! 


Poeta  Diana Balis. Editora da Poesia Revista 2017.

 



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Poesia Revista 2017, Convite | 12Mar2017 02:51:38

Publicado por: Diana Balis

Dia 28 de março de 2017, às 20 horas, estaremos no Bar Manoel & Juaquim de Ipanema, Rio de Janeiro, na comemoração e lançamento da Poesia Revista 2017.
Projeto de Gisele Lemos, Blogtok Editora, José Loureço, Barcelos, Portugal.

Somos 62 autores, Escritores de 12 Estados do Brasil e quatro países participantes.

Todos coautores da produção de distribuição gratuita em escolas e Saraus Poéticos da Cidade Maravilhosa e de seus Coparceiros.
Agradecemos a confiança e credibilidade em nossa produção anual que nesse ano escrevemos sobre o Meio Ambiente.


Agradecemos sua divulgação e comparecimento.

 

Gisele Lemos



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Subindo a Ladeira | 27Fev2017 14:46:23

Publicado por: Diana Balis

RIO_CON_AMENA.jpgSomos todos carregados de orgulho,
Subindo ladeiras, latas dágua na cabeça.
Recentes desempregados, por salários atrasados, e avultados por malandros de gravatas, as bravatas, dos últimos gritos de guerra, da integração nacional, brancos, índios, negros e pardos. Tolos maltratados, registramos os nossos valores, entre palavras, emoções e atitudes, somos POETAS!
Cuidem do corpo, da ética e das carícias.
Amor que revigora a Terra, Bendita, vendida por inescrupulosos e obcecados pela ganância.
Resistir, persistir e acreditar, o pagamento é único, fauna, flora e seres animais, todos somos mortais, mas sonhamos.
Viva o Rio de Janeiro e seus 452 anos de existência.
Viver é acreditar nas ações entre as palavras que emocionam eu acredito no amor.
Gisele Sant Ana Lemos



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Autoestima em voga | 25Fev2017 12:50:00

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giesandra.jpg

Auto estima em voga nesse ano de 2017.

Como dizia Dorival Caymmi

Gostar de si mesmo, sem egoísmo. Apreciar as pessoas em volta. Cuidar da saúde mental e física. Gostar dos seus horários. Não ficar melancólico, mas guardar na lembrança as melhores coisas da vida. E não abrir mão de ser feliz. A busca da felicidade já justifica a existência.

Acredito na possibilidade do amor. Todo ser humano necessita de carinho e afeto para sobreviver as dificuldades da existência.

Para melhorar o humor e autoestima, devemos cuidar de nos mesmos, com muito carinho e também nos conhecermos. Faz parte da meta, procurar ajuda para nos entendermos, buscando soluções aos problemas, e resolve-los.  Por vezes, uma simples ida ao cabeleireiro, anima e levanta a autoestima.

Conversei com Sandra Regina, cabeleireira, que trabalha na Tijuca, Rio de Janeiro. Os clientes, homens e mulheres, alem  do trabalho de corte, escova e tinturas, saem do salão sempre satisfeitos e mais sorridentes. Com certeza, com a autoestima elevada.


A vida nesse Carnaval segue leve...

Cuidem bem de seu corpo e autoestima, e bebam muita água para hidratar,comam frutas entre os Blocos e respeitem seus limites.

Desejo a todos um excelente Carnaval.

E as questões políticas! Ficarão para após o recesso prolongado... Afinal, Allah-lá-ô, ô ô ô ô ô ô Mas que calor, ô ô ô ô ô ô

Gisele Sant Ana Lemos

Psicóloga Clínica e Familiar



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O AVKD é baseado no alfabeto latino, que é o alfabeto mais usado no mundo. | 23Fev2017 10:45:16

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O AVKD é baseado no alfabeto latino, que é o alfabeto mais usado no mundo.

Não se sabe ao certo qual a origem do alfabeto, porém sabe-se que os egípcios foram os primeiros a tentar simbolizar as suas ideias através de figuras de animais.

Acredita-se, portanto, que o alfabeto tenha origem no Antigo Egito, por volta do ano 2000 a.C. e que representava o idioma dos trabalhadores semitas no Egito, tendo sido influenciado

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Verdade...Faz tempo | 19Fev2017 08:17:51

Publicado por: Diana Balis

16832369_10202815594106736_2473771332289564420_n.jpgVerdade, faz tempo. 


Calada e entregue na manhã de domingo,
Virei a página e recobrei do tempo,
a sua ausência.
Passa a gaivota que devora peixes em feiras livres, as Maritacas voam nos pés de amendoeiras em ruas tranquilas da Tijuca.

No azul celeste refletindo...

Vejo as marés.


Volto dá caminhada matinal transpirando energia,e tranquila, em cada despertar, consta todos os seus segredos.
Vou contar comigo, contigo, e mais uma vez Seremos dois apaixonados em manhãs de domingos,

Acaloradas pelo frescor do amor.


Diana Balis

 

 

 

 

 

 



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Morreu o i, eutanasiado. | 17Fev2017 12:00:58

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 A pedido de várias famílias provocou-se a eutanásia ao i. Morreu.

São por demais as razões porque se escolhe o Y em vez do I. 

- Gráficamente é mau, muito mau, confunde-se com o L minúsculo, mal se vê (exemplo; rir, vir - ryr, vyr)
- Sempre que possível e desde que não choque a fonética, deve-se preservar a etimologia
- Coesão internacional - porque o AVKD

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APONTAMENTOS SOBRE A HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO DA LÍNGUA | 01Fev2017 17:15:03

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PERIODIZAÇÃO DA EVOLUÇÃO DA ORTOGRAFIA PORTUGUESA


      A história da ortografia portuguesa divide-se em três períodos distintos: FONÉTICO, PSEUDO-ETIMOLÓGICO e SIMPLIFICADO.

      1. PERÍODO FONÉTICO

      Este período inicia-se com os primeiros documentos redigidos em português e termina no século XV.

      A escrita neste período caracteriza-se pela forte tendência para ortografar as palavras tal qual eram pronunciadas: honrra; ezame; etc. Porém, a ausência de uma normalização ortográfica conduzia a uma variação na representação dos sons da linguagem falada. O som /i/, por exemplo, era representado ora por i ora por y; a nasalalização realizava-se através do m ou do n o do til (bem, ben, b~e), etc.

      Por outro lado, a ortografia não acompanhou a evolução que se operava no oral, conservando-se palavras como "ler" e "ter" grafadas com vogal dupla: «leer», «teer>.

      2. PERÍODO PSEUDO-ETIMOLÓGICO

      Inicia-se no século XVI e prolonga-se até 1911, ano em que é decretada a reforma ortográfica, fundada nos preceitos da gramática de Gonçalves Viana, publicada em 1904.

      Com a chegada do Renascimento e a admiração dos humanistas pela cultura clássica, motivou uma atenção particular para o Latim. Esta atitude levou a que os eruditos aproximassem o mais possível a língua portuguesa à sua língua-mãe. Este facto provocou o abandono da simplicidade da representação fonética e deu lugar a uma escrita com base etimológica. Assim, começámos a assistir ao aparecimento de grafias como fecto (feito), regno (reino), etc.; a um frequente emprego de consoantes duplas (metter, fallar, etc); à ocorrência dos grupos dígrafos PH, CH, TH e RH (pharmacia, lythografia, Matheus, Achiçles, etc.).

      Por outro lado, o pretensiosismo, aliado a uma certa ignorância, levou à prática de exageros. Entre outros casos, deixamos como exmplo o seguinte: introduziram-se letras que não eram pronunciadas, como esculptura; astma; character; etc.; o y passou a figurar em muitos vocábulos, como lythografia, typoia, lyrio, etc..

      No fundo, o que se pretendia era transformar a escrita em etimológica, mas a ignorância não permitiu que tal se realizasse total e plenamente. Daí o nome "Pseudo-Etimológico". Segundo J. J. Nunes «por este processo recuavam-se bastante séculos, fazendo ressurgir o que era remoto, e punha-se de lado a história do nosso idioma...»

      Mas não se pense que os critérios ortográficos, no decorrer deste longo período, foram aceites de forma pacífica. Aliás, cedo as reacções ganharam eco. Em 1576, Duarte Nunes de Leão, um dos primeiros gramáticos portugueses, critica a pseudo-etimologia. Tal reprovação surge, em 1633, por Álvaro Ferreira Vera, na sua "Ortographia ou arte para escrever certo na lingua portuguesa". Já no século XVIII, D. Francisco Manuel de Melo (pelo menos em uma das suas obras: "Segundas Três Musas do Melodino) opta por uma ortografia simplificada, pondo praticamente de lado o uso de consoantes dobradas, grafando f em vez de ph, e substituindo o dígrafo ch, com o som de /k/ por qu (farmacia - pharmacia; Aquiles - Achiles).

      No século XVIII, Luís António Verney, com "O verdadeiro método de estudar", não só propunha uma ortografia simplificada, como, usando precisamente essa mesma ortografia, fazia desta sua obra um exemplo a seguir.

      Apesar disso, o que acontecia na quase totalidade dos escritos, sobretudo a partir da publicação, em 1734, da "Ortografia ou arte de escrever e pronunciar com acerto a lingua portugueza", de João Madureyra Feijó, era o recurso à grafia mais complexa.

      Em relação aos acentos, o seu uso era muito restrito e o seu emprego não obedecia às regras de hoje.

      Nos inícios do século XIX, Almeida Garrett apresentava-se como defensor de uma escrita simplificada e insurgia-se contra a ausência de uma norma regularizadora da ortografia. E, seguindo este mesmo espírito, muitos outros, entre os quais Castilho, ergueram a sua voz em defesa de uma reforma ortográfica.

      Todavia, e tal como acontecera com os adeptos da grafia etimológica, também a 'febre' de simplificação da ortografia levou a que se cometessem numerosos disparates e a que, em finais do século XIX se assistisse a uma ortografia quase anárquica (cada um seguia o que se lhe afigurava mais adequado).

      3. PERÍODO SIMPLIFICADO

      Desde a Ortografia Nacional até aos nossos dias.

      Com vista a normalizar os documentos oficiais, o Governo nomeou uma comissão para estabelecer uma normalização da ortografia. Esta limitara-se a seguir e oficilizar as propostas defendidas por Gonçalves Viana, em 1907.

      A reforma de Gonçalves Viana prescrevia:

      a) «Proscrição absoluta e incondicional de todos os símbolos da etimologia grega: th,ph, ch (=>K), rh e Y;

      b) Redução das consoantes dobradas a singelas, com excepção de RR e SS, mediais, que têm valores peculiares;

      c) Eliminação das consoantes nulas, quando não influem na pronúncia da vogal que as precede;

      d) Regularização da acentuação gráfica.»

      Esta reforma foi tornada obrigatória em 1911.

      Em 1911, as Academias de Letras do Brasil e de Ciências de Lisboa, celebraram um acordo ortográfico, com vista a solucionar divergências ortográficas entre o português de Portugal e o português do Brasil.

      Em 1943, os dois países tentam um novo entendimento, de onde resultou o Pequeno Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, redigido pela Academia de Letras do Brasil.

      Este Vocabulário serviu de referência até aos nossos dias, e impunha como regras o seguinte:

      A. Emprego do H:

      O H não tem valor fonético na língua portuguesa, como já o não tinha no Latim. Só se emprega como inicial quando a etimologia o exige:

                  hoje,
                  haver,
                  hélice;
                  etc.
      Como medial, só se emprega nos dígrafos:

      __ CH, LH e NH:

                  ;mancha,
                  malha,
                  vinho,
                  etc.
      __ e nos compostos unidos por hífen, nos casos em que o segundo elemento é iniciado por H:

                  pré-história;
                  super-homem;
                  etc.
      B. Emprego do CH:

      O digrama CH, inexistente em Latim, é o resultado da evolução fonética dos grupos consonantais latinos PL, CL e FL:

                  pluvia > chuva;
                  masclu > macho;
                  afflare > achar;
                  etc.
      C. Emprego do X:

      O X português corresponde:

      a) ao X latino:

                  coxu > coxo;
                  laxare > deixar;
                  examen > exame;
                  exaguare > enxaguar;
                  etc.
      b) à palatalização do S em grupos como SSI ou SCE:

                  passione > paixão;
                  russeu; > roxo;
                  pisce > peixe;
                  miscere > mexer;
                  etc.
      D. Distinção entre S e Z:

      __ Escreve-se com S:

      a) Quando a letra S portuguesa corresponde a um S latino:

                  mensa > mesa;
                  rosa > rosa:
      b) nos sufixos -ESA e -ISA, quando referidos a títulos nobiliárquicos e a profissões:

                  princesa;
                  poetisa
                  etc.
      __ Escreve-se com Z:

      a) Nos casos em que o Z resulta da evolução dos grupos TI, CI e CE latinos:

ratione > razão;

vicinu > vizinho;

feroce > feroz; etc.

      b) Nos substantivos abstractos derivados de adjectivos qualificativos: beleza, pobreza, robustez, altivez, etc.

      c) No sufixo -IZAR de origem grega: organizar, civilizar, e seus derivados: organização, civilização; etc.

      E. Emprego de SS:

      O S surdo português, em posição medial, geralmente provém:

      a) de um SS latino: ossu > osso; assistire > assistir; etc.

      b) de uma assimilação: ipse > esse; persona > pessoa; dixi (dicsi) > disse; etc.

      F. Emprego do Ç:

      O Ç provém da evolução de CE, CI, TE e TI latinos seguidos de vogal: lancea > lança; minacia > ameaça; matea > maça; pretiu > preço.

      G. Distinção entre G e J:

      a) O G português representa geralmente o G latino: gelu > gelo; agitare > agitar; etc.

      b) o J provém:

      1. da consonantização do I semiconsoante latino: iactu > jeito; iam> já; maiestate > majestade; etc.;

      2. da palatalização do S + I, ou do grupo DI + Vogal: basiu > beijo; caseu > queijo; hodie > hoje; radiare > rajar; etc.

      A obediência a estas novas regras acabava com os exageros do período pseudo-etimológico e promovia uma certa aproximação ao período fonético.

      Embora o objectivo essencial da reforma de 1911, pela aproximação da ortografia à grafia fonética, fosse pôr fim ao despotismo da tendência etimológicaO essencial da reforma ortográfica de 1911 foi acabar com o despotismo da etimologia, a verdade é que não se eliminaram totalmente os hábitos anteriores, dos quais continuou a perdurar, entre outros, o uso de consoantes mudas, como homem, directo, sciência, etc.)

      Além disso, no que respeita à utilização dos acentos, esta reforma distanciou-se da escrita dos primeiros tempos. Os acentos passaram a ser frequentes e, em particular, todas as palavras esdrúxulas possuíam obrigatoriamente acento.

      No essencial, as prescrições da reforma de 1911 vigoram até aos nossos dias, mas sujeitas a algumas tentativas de de ajustamento, entre portugueses e brasileiros, com vista a uma maior uniformização do idioma falado nos dois países, como as que tiveram lugar em 1920, 1929 e 1931.

      A grande reforma seguinte, em 1945, resultante de um acordo ortográfico entre Portugal-Brasil, sofrendo algumas alterações em 1971, continua a ser norma oficial da ortografia por que nos regemos ainda hoje.

      II. TENTATIVAS PARA A UNIFORMIZAÇÂO DA LÍNGUA PORTUGUESA ENTRE PORTUGAL E O BRASIL

      Considerando as tentativas para uma uniformização da língua portuguesa entre portugueses e brasileiros, nota-se que, exceptuando uma quase unidade no século XIX, têm sido sempre pautadas por perspectivas divergentes.

      É visível o interesse que ambos os países sentem em encontrar uma norma ortográfica comum. Tal já vem a ser demonstrado desde 1907, ano em que a Academia Brasileira de Letras, sob a orientação de nomes ilustres, como Euclides da Cunha, Rui Barbosa e outros, projectava uma reforma idêntica à defendida por Gonçalves Viana. Mas o facto da reforma de 1911 ter sido feita sem qualquer intervenção do Brasil, motivou que, durante anos, os dois países utilizassem ortografias completamente diferentes (Portugal, com a ortografia moderna e o Brasil ainda com a ortografia pseudo-etimológica)

      Em 1924, reunem-se, pela primeira vez, as duas Academias (a Brasileira de Letras e a das Ciências de Portugal). Em 1931, as duas Academias chegaram a um acordo preliminar, dando-se assim alguns passos na convergência ortográfica entre os dois países. Mas os Vocabulários publicados em 1940, pela Academia das Ciências, e, em 1943, pela Academia Brasileira de Letras, continham ainda algumas divergências.

      Depois, ainda em 1943, tentou-se de novo uma Convenção Ortográfica, na qual teve origem o Acordo Ortográfico de 1945. Porém, enquanto em Portugal foi oficializado pelo Governo, o Congresso brasileiro não procedeu à sua ratificação.

      De tentativa em tentativa, parece que nenhuma das partes pretende ceder a divergências quantas vezes mais emotivas que linguísticas, e as negociações para a uniformização ortográfica não vão passando de projectos. Vários têm sido os encontros __ 1971, 1973-1975, 1986 e 1990 __, mas tudo continua adiado... para uma só ortografia... ou para a separação definitiva? E, ainda que digam que nos entendemos, a verdade é que parece entendermo-nos cada vez menos. A solução seria acabar de vez com preconceitos e definirem consentânea e definitivamente uma reforma justa não pelos povos mas pela língua que os une (ou desune).



Guilherme Ribeiro


http://esjmlima.prof2000.pt/hist_evol_lingua/r_gru-j.html



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Tento não ser só | 28Jan2017 14:21:14

Publicado por: Diana Balis

Tento não ser só 
Percebo todos os gostos em sonhos de transparência temperada 
Desejo é amor ferino, que invade a tênue sensação de segurança e garante ao pobre mortal todas as incertezas. 
Nunca vivi tanto desconforto. 
Remei, colhi, plantei, revolvi, debulhei, mergulhei, e pedi. 
No fundo, todos os sentimentos estavam disponíveis. 
Mas o amor desprezou meu sono. 
Deixa então eu dormir em paz!

Diana Balis

 

 

 

 



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Escrever como se diz | 24Jan2017 16:05:25

Publicado por: JoséSantos

 

A história da língua faz jus ao objecto: já muito se deu à língua sobre como se deve usá-la. Carlos Maria Bobone recorda pontos de viragem fundamentais e os vanguardistas que as protagonizaram.

Corpo confuso e enorme, enrodilhado em heranças contraditórias e novidades, moldado por regras abstractas e experiências quotidianas, ferido constantemente por sentenças eruditas e acometido por invenções populares, tão intrincado que uma simples mudança pode revolver todo o seu edifício, custa a acreditar que possa ser usado por qualquer boca impúbere.

Mais custa, ainda, perceber como é que uma lógica tão facilmente apreendida pode ser tão difícil de explicar: qual é a lógica da língua? Como é que qualquer criança sabe entrar – com maior ou menor mestria – num jogo de símbolos, em que a junção de sons produz significados diferentes, e sábio nenhum consegue explicar cabalmente a chave do código?

Poesia e prosa entrelinhas | 03Jan2017 15:21:13

Publicado por: Diana Balis

gisele.jpgPoesia, Prosa & Entrelinhas

Gisele Lemos

Hoje vou homenagear, o sonetista, Manoel Virgílio.

Manoel Virgílio Pimentel Côrtes, Sonetista, fez do soneto sua forma de expressão. Tem três livros publicados, todos de sonetos: “Mulher Estelar”, “Tratos de Amor e Outro Tratos” e “A Terra Em Agonia”, além da participação em várias antologias. Membro titular da “Academia Virtual Sala de Poetas e Escritores” e Membro Fundador da Academia Virtual dos Poetas da Língua Portuguesa onde ocupa a cadeira cujo patrono é Vicente de Carvalho.

 

Eumanoel.jpg

Manoel Virgílio

 

Somente sou de um todo sua parte

e nada, neste mundo, nunca mudo.

Sozinho sou, apenas, um encarte,

um sócio sem gerência nesse tudo.

.

Eu guardo, p'ra mim mesmo, meu sentir,

procuro ser diverso em meu querer.[

Se tenho esse direito de ir e vir,

contudo me é negado o poder ser.

.

Eu sou somente um pingo na enxurrada,

das águas se movendo em turbilhão

que seguem, de roldão, num arrastão.

 

Eu sou quem tudo quer, mas não tem nada,

no ciclo da existência programada, apenas mais um ser na multidão.

Desigualdade

Manoel Virgílio

 

Somente elites na sociedade

mantém as regalias; é verdade!

Jamais houve na nossa humanidade

o que muitos pregaram…a igualdade!

 

Enquanto u'a minoria muito come

a grande maioria passa fome.

No luxo vai vivendo a minoria,

co'o lixo convivendo a maioria.

 

Se cresce a miséria entre o povo,

elites váo comprando algo novo

e o mundo nunca muda este rumo!

 

E quanto mais a técnica avança,

aumenta p'ras elites a abastança

e cresce a sociedade de consumo.

 

Ceia de Natalano_2017.jpg

Gisele Lemos

 

Teremos as pernas para que te quero, além de peru no Natal!

Rompantes deslizantes, em vez de sandálias havaianas, na praia de Copa.

Fogos, só sairão dos Hotéis da Barra da Tijuca, ou na orla à fora, de famílias inquietas.

Seremos pós virada, o sereno da madrugada, e os velhos amigos de sempre…

O colorido das roupas, poderão vir dos representantes dos Brasis em brasa, que acendem suas chamas na esperança, entre PEC, ou cai a PEC.

Mas todos de clavas nas mãos, vai que teremos arrastão!

E já seremos o carnaval, onde beberemos ao esquecimento e as mais soturnas votações de corruptos eleitos, ou nem tão eleitos assim…

Vai que cola, faz uma prece a Iemanjá, ou pede a Deus Pais todo poderoso a protecão ou a Oxalá, na pressa, ou prece, medite. 

E solicite a todos os santos, que a vida é curta, nem precisa ser tão dura ou louca.  

Mas pague suas contas ao menos, no 1o de Abril e seremos felizes um dia, com certeza.

Boas Festas!



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Academia Brasileira de Letras apresenta, Rio de Janeiro | 08Out2016 10:16:20

Publicado por: Diana Balis

unnamed_2.jpgA Academia Brasileira de Letras dá prosseguimento ao seu ciclo de conferências do mês de outubro, intitulado “Planejamento e Políticas Públicas”, sob coordenação da Acadêmica e escritora Ana Maria Machado, Primeira-Secretária da ABL. A palestra, com o Economista Chefe do Instituto Ayrton Senna e professor do Insper, será Desafios para o desenvolvimento inclusivo. O evento está programado para terça-feira, dia 11, às 17h30min, no Teatro R. Magalhães Jr., Avenida Presidente Wilson 203, Castelo, Rio de Janeiro. Entrada franca.

Texto informativo do site

http://www.academia.org.br/noticias/economista-ricardo-paes-de-barros-fala-na-abl-sobre-o-tema-desafios-para-o-desenvolvimento



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Convite Porto, Portugal dia 8.10.2016. Coletânea e lançamento. | 28Set2016 13:55:29

Publicado por: Diana Balis

convite_coletanea9A.jpgConvite da Coletânea e lançamento que acontecerá em Porto, Portugal, dia 8 de outubro.

Muito feliz por ter sido selecionada entre os 3 poetas Brasileiros, e os 300 escritores inscritos nessa Coletânea.

Carinhosa saudação e sucesso para todos os envolvidos.
Agradeço aos organizadores do evento e coletânea

cartaz_coletanea9.jpg

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Diana Balis.



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Poesia Revista 2017, Convite | 28Set2016 13:24:50

Publicado por: Diana Balis

13920771_10201948379186905_9152309040708538012_n.jpgConvite

Escritor e poeta

POESIA Revista. Veículo Cultural Poético Nacional e Internacional, feito por quem escreve poesias.

Poesia Revista 2017 vem aí!

Já escreveu?

A Poesia tema será sobre o Meio ambiente.

Você poeta é nosso convidado participe.

Venha ser Coautor e parceiro conosco.

Entre no site e leia o regulamento da publicação anual ou no grupo do Facebook.

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfBLkCALc481_RfM3_aZOWIPdHemSyZ_SO3hJh89Svcrb_sYg/viewform?c=0&w=1site

Gladis DebleVanda Ferreira Bugra SararaEuclides JoseJosé Hilton RosaDina FrutuosoBeneditocarlos GonçalvesdelimaJefferson S. LimaBruno SilvaAna Paula SoeiroLaurimeri Oliveira AmaralAbilio FernandesMárcia SchweizerDenise MachadoRui de Carvalho Iolanda BrazãoSergio MoreiraSérgio CortêzGisele Sant Ana LemosAlex SartorelliRonalda TeixeiraKatia Pires ChagasRozelia Scheifler RasiaGilza SupertiWanderley Rebello FilhoGizza MachadoArlene RochaAndrigo MorgadoNilson KobayashiGabriela KobayashiElzio LealMarisa QueirozDalberto GomesPetronilha Alice MeirellesZaly BarbozaRonis Elson RuachJosé LourençoConcha RousiaNara OliveiraGiselle Farinhas
Marcia Duro Mello Tânia Mara Camargo são poetas que já estão conosco.

Gisele Lemos

Coordenação Geral



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Amor de vida | 15Set2016 10:51:22

Publicado por: Diana Balis

570443.jpgAmor de vida

Diana Balis

Amor de cantigas

Agradam todos os meninos…

Flores coloridas na primavera

Espaço infinito ao calar tempestades de granitos

Cometa! Cruze o céu da esperança.

Lance os folguedos de festas juvenis.

Abrevie o tempo, dance e cante.

As corridas alargam, com o vento forte.

Nada abranda o calor do amor.

O assobio do pássaro pia no amanhecer,

Acordando mais um dia de amor,

Amor de vida.

 



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Sarau Café & Poesia Revista. | 12Set2016 13:54:29

Publicado por: Diana Balis

14237719_1213125265375144_4679385467548149418_n.jpgSarau Café & Poesia Revista.

Encontro de Poetas e Artistas no Doces Lembranças, no Recreio dos Bandeirantes, RJ para o ÿSarau Poesia Revista. O grupo declamou, conversou sobre Teatro, Cinema e Literatura.

Poetas e Jornalistas presentes:

Márcia Schweizer, Denise Machado,(jornalistas),Ronis Elson Ruach, Valleska Cabral, Lenita Holtz, Rodrigo de Castro, Adriano Nascimento e eu. Anfitriäo Márcio, nos recebeu com um delicioso bolo de cenoura com cobertura de chocolate.

Entardecer | 15Ago2016 15:34:45

Publicado por: Diana Balis

13901326_10201995646128549_8693555484604996590_n__1_.jpgEntardecer

O frio gela e a ventania nem perdoa a tarde 

Vai investir em rios poluídos jogados ao mar revolto 

Pernas que revelam risos soltos em gestos acrobáticos e atléticos 

Morenos velhos e cansados saem sem seus cães ao luar 

Vibra o torcedor no alcance do sentido de tantos engarrafamentos 

Brasil, Brasil, verde e amarelo, 

O varonil nem esta febril, só cede aos canibais...

Diana Balis, Rio de Janeiro, 16 de agosto de 2016.

 

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Competir e Lutar | 11Ago2016 15:09:13

Publicado por: Diana Balis

04110952_g.jpgCompetir e Lutar

O Rio continua lindo
A vista Chinesa esta repleta de incertos olhares
Trem de passagem, não leva nem trás alguém.
Turistas sejam bem vindos a sujeira olímpica.
E a grana que saiu de nossos bolsos, sumiu entre as obras, que mal findaram...
Sem medo de se alancar, alcance o seu título,
E enxergue a ponte que caiu, o mar que subiu, e o lixo que ainda boia na praia.
Nem briga, só grita! 
Os competidores já se alancam as eleições
Os cínicos representantes dessa maravilhosa ilha, onde guardam seus vinténs,
Amém, dizem todos.
Vista o amarelo, porque o verde já ruiu na lama da ganância de tolos
 
Rio de Janeiro, 11 de agosto, Diana Balis, desgosto.

Arte é | 05Ago2016 11:21:54

Publicado por: Diana Balis

 arte_que_respiro_e_vivida_por_mim_nos_momentos_em_que_a_homenagem_vai_para_o_povo_brasileiro_e_gisele_lemos_frase_14372_94815.jpg

 

 

 

 

 

 

 



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Velho Chico | 03Ago2016 16:36:34

Publicado por: (......)

Vellendas_sao_francisco.jpgho Chico

Velho Chico, que saudades!

Navega o coração com sintonia

No destino as voracidades

Desfila correntezas em fios de sincronia

Dia e noite estrelada

Avançada a mata adentrada.

Aguardo as aparições de noivo guerreiro

Entre os sulcos do namoradeiro

O Chico cede passagem à transpiração

Marcou o compasso da solidão.

Diana Balis, Rio de Janeiro, 4 de junho de 2011.
Lendas: 
" A Lenda do Sono: A lenda conta que o despertar do rio pode custar caro. Contam que o Velho Chico, trabalha o dia inteiro para atender as necessidades das pessoas, e adormece à meia noite. As almas dos afogados se dirigem para as estrelas, e a mãe d’água sai das águas e enxuga seus cabelos, e os peixes param no fundo do rio e até as cobras perdem o seu veneno. Essa calmaria pode parecer o momento ideal para pescar e navegar, mas a lenda conta que o despertar do rio pode custar caro."

Olimpíadas 2017 | 01Ago2016 14:26:23

Publicado por: Diana Balis

20150904_CO_INFRA_POR_praca_maua_AA_4256_1600x1067.jpgAgosto que vem de graça

Sem o gosto para tanta desgraça

Um corre, corre, que refila

Falta o dinheiro da cachaça...


Tem o ciclista que ficou de pé,

Um cachorro olhando a paisagem,

Vem gente de longe querendo canapé.


Os coloridos aros de CIDADE OLÍMPICA

Falta o metrô para o povo

A vida segue acrobática.


Vai começar tudo de novo,

O circo sem pao na épica

Cidade Fantástica. 

 

Rio de Janeiro, 22 graus, e milhoes de gastos, e o retorno será????

Diana Balis, 1 de agosto de 2017. Rio de Janeiro.



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Homenagem a Jô Soares/ Menino Ainda | 18Jul2016 14:25:43

Publicado por:

Beija a mão de todos que carregou no colo, na sala de suas entrevistas...

Inteligência febril, nunca lhe faltou.

Poucas omissões, e sempre o bom humor característico, carioca, sim, ele é 

Propriedades que nos apropriamos, e ao veloz passar, numa lambreta na orla do Rio, tão grande, ou o veículo era minúsculo

Nada importa, sua trajetória espetacular, é quase um programa fantástico sozinho.  

Claro, nunca esqueceremos de seu grupo, sua banda, e da irreverência artística, sua disposicão calorica, para a arte de fazer do entretenimento a vida e alegria de muitos espectadores. 

Antes tarde do que nunca, uma mera homenagem, e eu quero saber, o Jô! Onde você for, me leva que eu vou, e um carrilhão atrás...

Maior que a banda de Ipanema, é com esse eu eu vou!!

Menino ainda

O Travesso desperta 

Na mesa de bar

Repassa e revive os trajetos 

Expressos nas telas das emoções

A via de mão dupla

Entre risos de mar 

Vislumbra no horizonte

O cansado calar,

Declara irrequieto 

Ao novo despetalar.

E novamente as cortinas,

Revigoradas, respiram

é brilho eterno

Jo Soares ao vivo.


Diana Balis, Rio de Janeiro, 18 de julho de 2016.

 



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Respirar felicidade | 17Jul2016 16:14:25

Publicado por: Diana Balis

IMG_20160714_WA0013_1.jpg

Respirar Felicidade

O fástio é o tédio do mar debatendo-se em segredos,
A vida refloresce entre medos musgos e rochedos,
Cai a chuva suavemente quente face aos novelos.
Transforma o relativo brilho dos olhos em veredas
 

No caminho do sol brilham as estrelas
E plainam colinas entre areias e corpos
Mas o amor cresce em relva danina
Atravessando fiapos de luz em frestas

Na calmaria dos sentidos os pedaços perdidos
O rebento nascerá mesmo do medo
Descontrolado destemido e dessentido
Para viver, basta respirar felicidades.

Poesia do Livro Verdes e Perfeitos Amores de Diana Balis. Foto de Alexandre Saboya

Saudades das Raízes | 14Jul2016 12:06:35

Publicado por: (......)

 Raízes da Terra

Folguetos julhinos

Festas populares

Quermersses nas Igrejas

Canudos de amendoins

Preces ao Santo

Quadrilhas e fogueiras

Batatas assando no fogo

Tem remendo nas vestes

 

 

Um dia o desejo será radical

São Gonçalo, aceite o pedido,

Será que tanta saudade, vira raiz?


Diana Balis, Rio de Janeiro, 14 de julho de 2016.



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