Absoluta_Mente | 20Mar2010 04:48:39
Publicado por: Ibernise
Sonhas meu Rei,
que és rei…
E sem engano
Te sigo,
E me comandas
Me desgovernando…
Reinas meu Rei
No espaço que é teu
E que governas,
Onde vives o apogeu
De primaveras
E quimeras…
Me conquistas meu Rei,
Me fazes o teu império...
E se a ti mais ofertei
Do amor, o magistério,
Foi quando me deslumbrei
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Mesa Posta, Luz à Vista... | 20Mar2010 04:06:07
Publicado por: -Ibernise-
BLOGTOK | CICLOS DE POESIA | 7 PECADOS | GULA | IBERNISE
Tua luz está posta a minha mesa,
Mas preciso que me dês tua mão….
És meu caminho e minha realeza,
Que me aconselha, ensina a lição...
Metade de mim quanto me sabes?
O quanto de equilíbrio combinas?
Juntos fazemos o que nos destina,
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Mesa Posta, Luz à Vista... (Quaresma, a preparação da Páscoa) | 19Mar2010 20:38:54
Publicado por: Ibernise
Tua luz está posta a minha mesa,
Mas preciso que me dês tua mão….
És meu caminho e minha realeza,
Que me aconselha, ensina a lição...
Metade de mim quanto me sabes?
O quanto de equilíbrio combinas?
Juntos fazemos o que nos destina,
Dentro do espaço que nos cabe...
Minha figura de pai, és identidade...
Lance e desvario de efei
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A Inocência Tem Outro Nome... | 19Mar2010 17:22:58
Publicado por: -Ibernise-
Somos poetas, em nossos diálogos esta premissa não é verdadeira...
_"Quando eu uso uma palavra" Humpty Dumpty disse, "...
isso significa apenas o que eu quiser que ela signifique - nem mais nem menos."_
Somos poetas...
Poetas lembram poesias
Poesias lembram metáforas
Metáforas... Símiles linguísticos associados a um objeto que apenas
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Bem vinda | 19Mar2010 13:36:23
Publicado por: Diana Balis
Bem vindahttp://www.youtube.com/watch?v=ni8QXBMkddY
Jeito MolequeNunca imaginei chegar tão longe,
Faz, tempo que eu procurava algo mais.
O amor chegou pra nós.
Alma limpa leve com o vento.
Vai flutuar na paz desse momento,
Traz mais vida ao coração.
Quero aproveitar cada segundo
Cada dia mergulhar mais fundo
Vou me perder, pode apostar
Que por você eu sou capaz de tudo.
Linda. Bem vinda!
Eu vou fazer por merecer
Que a nossa história vai continuar assim,
Tão Linda, a vida sorriu quando você chegou
Bem vinda, o mundo se abriu quando você entrou
Eu vou fazer por merecer,
E a nossa história vai continuar.
Conte estórias de ninar (conto) | 19Mar2010 12:34:07
Publicado por: Diana Balis
Conte estórias de ninar
O corpo espantado pede estórias de ninar.
Os homens estão desatentos às alegrias do hoje.
Queria influenciar o ritmo das estacas batendo no chão.
Mas nem cessam, só rimam, lamentos, lentos, ventos, tormentos.
O templo em Nova York está gelado, o casaco já está na mala da sala de estar.
O amor pediu licença e foi-se embora. Agora é hora do jantar.
Mas amanhã, quando amanhecer no fim de tarde,
Levo a vodka escondida no vidro de perfume.
Lampreia do Rio Minho | 17Mar2010 23:50:46
Publicado por: ofeirante

A lampreia do rio Minho ...
A pesca tradicional da Lampreia no rio Minho (zona de Valença) é realizada com rede e de barco. Deve ser lançada à noite ou quando as águas estão turvas, fixa numa das pontas a uma bóia e procura-se mantê-la esticada a remar (hoje em dia, com a ajuda de motores) em direcção oposta. Cada lance dura entre 15 a 30 minutos e recolhe-se pelo lado oposto ao que foi lançada, pretende-se não enrodilhá-la e mantê-la limpa. O modo como é recolhida permite demonstrar a dedicação e o carinho por uma tradição em vias de desaparecer das margens do Minho.

imagem:
Fantasias | 16Mar2010 13:29:59
Publicado por: Diana Balis
FantasiasMenino,
Brincalhão,
Pegou-me!
Na peça dramática,
Vida!
O Arlequim,
Fez-me,
Colombina,
Desejosa
De amor!
http://dianabalis.blogtok.com/blog/9162//
Poema do livro Verdes e Perfeitos Amores
http://perfeitosamores.blogtok.com/
Relva Molhada e Areia Branca | 15Mar2010 14:04:13
Publicado por: Ibernise
Te vejo na relva molhada e na areia branca
Qual nuvens por onde, a sonhar, te recrio...
Me reconstruo na intensidade de meus brios.
Hospedo-te em mim, corcel de tenras ancas...
Ilha farta, de lagos e castelos, te reverencio...
Desejo e apego, sangria que não estanca...
Te vejo na relva molhada e na areia branca,
Qual nuvens por onde, a sonhar, te recrio…
Alegria de hoje no peito,
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Surpresas do Meu Amor | 15Mar2010 13:59:22
Publicado por: Ibernise
Os dias do meu amor
São para mim um mistério
Onde o ciúme é fértil e estéril,
Pois sou ama e ele, senhor...
Me olha e ri num sorriso sério,
Manda em tudo sonhador,
Os dias do meu amor
São para mim um mistério...
Não fosse eu sua flor,
Majestade do seu império,
Que lhe faz mimos em cor
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Série Poetrix II | 14Mar2010 22:27:17
Publicado por: Ibernise
Vendaval...
Força axial nas vinhas
Fere folhas, flores e frutos
No tempo oral de escolhas minhas…
Ibernise.
Indiara (GO/Brasil), 14.03.2010
Núcleo Temático Romântico.
Direitos autorais reservados/Lei n. 9.610 de 19.02.1998.
Poetrix 1....................
Véu
O que Minto
Às vezes não sinto
E sem qu
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Amor Dividido | 14Mar2010 21:30:14
Publicado por: Diana Balis
Amor dividido
O amor por Pierrô e Arlequim
Divide a doce Colombina.
O reverso é ódio o sentimento incontrolável.
Cabisbaixa exercita a paz de pouca menina.
No fervor de mulher, sobrevoa Nova York.
Wood à espera, o cinema mudo, é Vagabundo.
Esculpir a singela fantasia, sem a Madona.
O horror da traição, é sentimento de viagem vingativa.
O amor extrapola o medo.
O dividido Pierrô, persegue as vontades.
A puta imagem, vem de Arlequim,
No norte das Ilhas Caribenhas.
Toca a polca, dança a rumba e mistura os sabores diversos.
A Colombina é presa fácil em Porto Rico.
Fruto Proibido | 14Mar2010 00:28:04
Publicado por: (....)
BLOGTOK | CICLOS DE POESIA | 7 PECADOS | LUXÚRIA | CONCEIÇÃO B
Poderosamente crio imagens na minha mente,
que se perdem em amansa rebeldia.
visualizo-me,
no feitiço circunscrito da serpente
num tronco perfeito purificado de emoções,
que teme, a minha malvadez
o espectro venenoso do meu sémen.
(Não tenhas medo!)
Quero apenas verbalizar o teu espírito
fundir-me no calor da tua pele
germinar o fruto proibido
pelo qual fui condenada, açoitada
(Não temas!)
Também eu sou mulher...
Bebe, saboreia de novo este vinho agridoce
acabamos por nos profanar,
na mais pura forma de arte
ConceiçãoB
BLOGTOK | CICLOS DE POESIA | 7 PECADOS | LUXÚRIA | CONCEIÇÃO B
sexo X sexo | 12Mar2010 20:36:05
Publicado por: (....)
BLOGTOK | CICLOS DE POESIA | 7 PECADOS | LUXÚRIA | TÂNIA M. CAMARGO
Da boca escorria
Um líquido viscoso, líquen
De alga e cogumelo na simbiose
De corpos pressionados no muro,
Que não era o de Berlim.
Liberdade explícita em gestos
Meticulosos, jamais ergueriam
A bandeira branca. A guerra
De apertos compulsivos,
Detonando desejos
G
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Amor e Samba | 12Mar2010 14:42:05
Publicado por: Ibernise
BLOGTOK | CICLOS DE POESIA | 7 PECADOS | LUXÚRIA | IBERNISE
Teu corpo em minhas mãos
É ritmo de samba e refrão...
É bateria, no compasso,
Avanço e Recuo no espaço...
Teu corpo em minhas mãos
É desfile, é pura afinação...
É gingado que realça harmonia,
É sonho, cores e fantasia...
Teu cor
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Programação da III Semana da Poesia | 12Mar2010 13:40:42
Publicado por: Diana Balis
inDicas do inVerso
www.movimentoinverso.blogspot.com
III Semana da Poesia - Rio de Janeiro / Niterói
Durante a Semana, inúmeras Escolas da Rede Estadual de Ensino estarão comemorando o Dia Nacional da Poesia com saraus e outras atividades de difusão desse gênero literário. Iniciativa da Secretaria de Estado de Educação em parceria com o Corujão da Poesia - Universo da Leitura, que permanentemente recebe doações de livros no dia do evento ou pelo e-mail doelivros@corujaodapoesia.com
A abertura fica por conta do Luarau (luau + sarau)
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Livre | 12Mar2010 12:46:49
Publicado por: Diana Balis
Livre
Espírito livre
Vago olhar ilustre
O sol se deita cristalino
Na pluma leve do navegar
É Divino o penar
No colo do menino
O ser entre o verso
Entre penas ao reverso
O bem-me-quer.
Viver é querer
Desarmar,
E só amar.
Diana Balis, Rio de janeiro, 11 de março de 2010.
Confissão | 12Mar2010 05:03:26
Publicado por: (..)
BLOGTOK | CICLOS DE POESIA | 7 PECADOS | LUXÚRIA | DOMINGOS ALICATA
Nesta madrugada me peguei a
recordar da expressão grave do
temido padre da infância, pronto
para meus pecados punir...
De joelhos, encabulado e com voz
trêmula, inocentemente confessando:
- Pequei contra a castidade...
Beijei Maria...
Possui Marília...
Alisei as coxas da Marlene...
Masturbei-me pelas mãos da Martinha...
Com o seu mau hálito e olhos atônitos,
ia o reverendo, aflito, logo me condenando
ao terço rezar...
Não sem antes ouvir o meu hesitante
arrepender...
- Nunca mais repita isto, menino!
É pecado grave, finalizava ele, deixando
em mim a certeza do impossível...
Até hoje me recordo da sua fanhosa voz...
E agora, com a irreverência senhoril, tenho
receio de reencontrá-lo e confessar-lhe que
ainda não me esqueci das coxas da Marlene...
Nem dos beijos de Maria, da ajuda da Martinha...
Muito menos, do corpo de Marília...
E, contrito, confessar-lhe:
- Como eram doces os meus pecados...
Domingos Alicata.
BLOGTOK | CICLOS DE POESIA | 7 PECADOS | LUXÚRIA | DOMINGOS ALICATA
Amo (reeditado) | 11Mar2010 15:37:30
Publicado por: Diana Balis
Amo
A vida e as possibilidades
Olhares indagam de janelas
Palmas e pés com massagens
A voz macia, carinhos e ternuras.
Livre sonhadora e romântica.
O caminho em terra firme.
Ligue,diga e reafirme.
Amo, paparica.
Vale a pena.
Diana Balis, RJ 11/07/08 (reeditado)
Positiva Ansiedade | 11Mar2010 11:57:07
Publicado por: (..)
BLOGTOK | CICLOS DE POESIA | 7 PECADOS | PECADOS | MARINHO
Positiva Ansiedade
Se reclama na ausência
satifeita de verdade
se presente sem carência
By Marinho
BLOGTOK | CICLOS DE POESIA | 7 PECADOS | PECADOS | MARINHO
À Deriva | 11Mar2010 06:38:22
Publicado por: Ibernise
BLOGTOK | CICLOS DE POESIA | 7 PECADOS | PECADOS | IBERNISE
O xaxim no riacho já secou
Os pássaros já não cantam
Vagas solitárias e sem ardor
Água vazando em cântaros...
O que poderia ferir e doer
Já não importa, alento fundo...
Vagando está o solitário ser
Não tem espaço seu mundo...
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Paranóia | 11Mar2010 06:23:58
Publicado por: Ibernise
BLOGTOK | CICLOS DE POESIA | 7 PECADOS | PECADOS | IBERNISE
Perdido na metade do caminho
Percebe-se numa selva escura
Não mais reconhecia seu ninho
Só suportava a sua amargura...
Na metade da vida de agruras
Ao andar só sentia os espinhos
Perdido na metade do caminho
Percebe-se numa selva escura...
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ILHAS | 10Mar2010 09:29:24
Publicado por: Diana Balis
Ilhas
Cercadas singelas
Amenas, sinceras e doces
Seres do ventre.
Dedico às milhas filhas, Talise e Maira.
Diana Balis, Rio de Janeiro, 10 de março de 10.
Voçê na TV - TVI | 10Mar2010 00:39:19
Publicado por: Um barcelense
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Encontro de Poetas del Mundo em Búzios | 09Mar2010 19:29:39
Publicado por: Diana Balis

Poetas Del Mundo em Búzios Homenagem a Mulher.
Dia: 05/03/10 às 20:00
Amigos participei do Evento Cultural produzido por Sonia Medeiros Imamura, Cônsul de Búzios, Academia de Letras e Artes Buziana e Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo.
O Evento no Restaurante agradável da Carla onde tivemos a presença de vários poetas, escritores e música no ambiente agradável e selet
o.
Como tema principal, a Mulher foi homenageada.
A escritora, artista plástica Iara Rosa e a poeta Glorinha Gaivota, receberão as homenagens em n
ome todas as mulheres.
Contaram com o apoio: Cultural da Academia de Letras e Artes Buziana, Academia de Letras - ACLAC - Arraial do Cabo e ARTPOP- Cabo Frio, Clube Brasileiro da Língua Portuguesa - MG, Grupo Processo, Poemas a Flor da Pele.
E os parceiros:
Restaurantes: David, Da Vinci, Mineiro Grill, Pátio Havana, Buzin, Brigitta's.
Comércio local: Tour Shop, Búzios Papelaria, Mercado Alves, Comando Búzios, Rabonny, Jornal Primeira Hora, Samsara, Boticário (r. das Pedras), Imobiliária Agua Viva, Pousada Via Mar, Edson Alfradique, e outros.
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Sonho Meu | 09Mar2010 14:41:01
Publicado por: Ibernise
Meu sonho numa manhã de domingo,
É um convite nos sinos das catedrais...
Se somos velas a iluminar consumindo,
Eu te aconchego neste lume de sinais...
E me vejo a rir e chorar em tantos ais...
Em divisas de dóceis ninhos flamingos...
Meu sonho numa manhã de domingo,
É um convite nos sinos das catedrais...
Aves em revoada em remix de pingos
Num céu
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Vista do Pico do Papagaio | 09Mar2010 10:40:54
Publicado por: Diana Balis
Vista do Pico do Papagaio
A caminhada é de pássaros e amizades
A floresta da Tijuca abre a passagem
Como na avenida aos blocos de aventureiros
A subida cansa, mas a recompensa é alegria passista
Ver além de nuvens, no topo o mar.
A escada da trilha cavada na pedra,
Indica a chegada e triunfo,
O desejo realizado e conquistado.
Uma vibração de 360°, no cume as paisagens.
Vejo a Pedra da Gávea, Pedra Bonita, São Conrado, Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes mas a Lagoa?
Vejo não!
Diana Balis em dia de aventura.
Rio de Janeiro, 9 de março de 2010.
Amor de pedra limão | 09Mar2010 10:04:55
Publicado por: Diana Balis
Amor de Pedra de limão
Vida eterna aos combatentes romanos
Espanta as intrigas e maus olhares
No dedo anular vincula pedra ao metabolismo e prazer.
Diante do citrino, conjugo a boa disposição para a vida.
Pedra bruta ou lapidada, força de energia solar,
Abre a alma aos bons sentimentos,
Amor com coragem.
(Anel de Citrino Coleção Dery Design)
Diana Balis, 9 de março de 2010.
Rei Midas ( versão chocolate) | 08Mar2010 21:11:39
Publicado por: ()()
BLOGTOK| CICLOS DE POESIA| 7 PECADOS| GULA| BLACK
“Onde está???
Onde está esse chocolate;
Esconderam-no de mim, não foi?!”
(E revoltou a casa inteira numa procura desenfreada,
Chegou a viajar pelo mundo
Sem encontrar essa droga desgraçada!)
E louco louco de olhos arregalados
Estendeu as mãos aos céus
E pediu perdão aos pecados,
Luz brilhando sobre sua cabeça caiu do céu
Fada-madrinha apareceu no seu véu!
“Tens de parar de mentir,
Se não, não poderás ser um menino a sério…”
(Enganou-se no guião,
Midas aos gritos;
O realizador corta cena.
A Fada-madrinha arranca o seu coração!
Cava-se uma vala
Enterra-se a mulher
Vira-se o realizador:
“Porque não se cala?”)
Vêm então lá do céu bruxa malvada
Aterra e Midas grita
Mesmo de boca fechada.
E então ela exclama:
“ Serás amaldiçoado então;
Por esta minha negra varinha de condão.
A tua busca será acabada,
Em cada pessoa que os teus dedos tocarem
Em chocolate se irá transformar,
Até nenhumas no mundo restarem
Ou teu estômago estourar!”
E Midas todo feliz desatou aos abraços
Amigos em chocolate ficaram
E Midas nem se importou
Comeu-lhes os barcos
E tudo o resto, nem os sexos ficaram.
E Midas continuou
Comeu, comeu esse glutão
Comeu, comeu todos os amigos e família
E nem lhe doeu o coração
Continuava a comer
Só mais tarde parou,
Reflectiu para se aperceber
Que nada mudou!
A procura continua
Só o estômago encheu!
Desesperado novamente
Midas comeu incessantemente…
Morreu ao fim da Vigésima oitava pessoa;
No sofá com 567 kg…
Morreu esse Midas rei do chocolate
Morreu à procura
Do que pensou encontrar
Nas pessoas que comera…,
Procurou se estúpido idiota
O sentimento que não encontrou!
Esse das coisas estranhas,
Chamado Felicidade;
Mas não estava nas entranhas
Das pessoas que comeu
Para se sentir feliz
Esse pobre estúpido idiota infeliz!
BLOGTOK| CICLOS DE POESIA| 7 PECADOS| GULA| BLACK
O homem que amo | 08Mar2010 04:52:20
Publicado por: Diana Balis
O homem que amo
Homenagem à mulher seria melhor
Se feita pela busca do homem que ama.
Adoraria vê-lo navegar entre as palavras e desejos.
No tempo da espera já rumou ao mar.
Os ventos sopram ao longe das estrelas cadentes.
Os peixes morrem pela boca da noite.
Sou feliz e nem sabia (Conto) | 07Mar2010 21:29:20
Publicado por: Diana Balis
Sou feliz e nem sabia
Mulheres que me perdoem à incongruência nesse dia importante, aonde vão caladas?
Mas depois de ter vivido 6 horas presa num bar na lapa
Com chuva cobrindo os joelhos no primeiro andar
E sem serviço de cozinha e sem almoçar,
Com os garçons evitando a mesa, com três mulheres de perfis completamente diferentes no bar,
Posso declarar:
Mulher | 07Mar2010 15:51:21
Publicado por: Diana Balis
Mulher
Vamos hoje comemorar a passagem
Em homenagem a todas as mulheres
As amadas e amantes,
As dedicadas e ficantes,
As obesas, as esculpidas, as baixinhas, as fininhas,
As interessantes e desinteressadas,
As masculinas e as transformadas,
As alegres e sadias,
As sexualizadas e assexualizadas
As cachorras e as gatinhas,
As felizes e gostosas
As meretrizes
As ricas ou tristes
Às singelas inibidas
As patricinhas saltitantes
As mães que plantam a flor do amor
E recolhem o dissabor
As avós mulheres duplamente mães de seus filhos e netos,
As esposas delicadas
As que colhem ternura
As que não implantaram nenhum pensamento
E que aceitaram os desígnios
As mulheres corteses e submissas
As mulheres trabalhadoras que disputam terrenos
As mulheres nobres
As administradoras e empreendedoras
As batalhadoras e enérgicas
As que nos libertam e nos representam
As casadas, divorciadas, separadas, amigadas, agrupadas e as solteiras
As mulheres que eram homens,
E aos que se sentem mulheres,
Femininas, livres, libertas ou as prisioneiras, e doentes
As escravizadas, ai é demais!
Vamos renovar as atitudes!
Vamos refletir sobre os caminhos da Humanidade,
Valorizar o amor e a relação carinhosa
Verdadeiramente agir a favor do mundo
Amar o meio ambiente e a vida
E no geral, uma faxina na alma!
Porque hoje Mulher,
É dia de festejar e curtir
Ganhamos mais um dia!
Hoje é o dia da Mulher!
Seja Feliz!
Dia Internacional da Mulher!
8 de março de 2010.
Diana Balis
O Pecado | 05Mar2010 16:48:18
Publicado por: ()()
BLOGTOK| CICLOS DE POESIA| 7 PECADOS| PECADOS| JOÃO VASCONCELOS
Somos todos indesejáveis
No acto de viver.
A inveja será assim um pecado mortal
A inveja será assimuma faca de dois gumes.
Seremos todos perdoados na vida eterna.
Dos pecados que cometemos
Alguns serão carne para canhão
A tentação será mais forte ató ao dia da morte
Os pecados serão uma fonte de segredos
Até ao dia em que nos libertarmos.
Creio num só Deus, Senhor que á a vida.
A maldade é a fonte dos pecados mortais aluz que me alumia
Será salvação, grito e dor
Ser e ter um destino
Num mar de imenso amor.
BLOGTOK| CICLOS DE POESIA| 7 PECADOS| PECADOS| JOÃO VASCONCELOS
Aguardo respostas | 05Mar2010 11:47:06
Publicado por: Diana Balis
Aguardo respostas
A via balança na rede
Os sinos tocam ao despertar
Respostas são cálidas nuvens que apontam
O amor cresce devagar
Nas entre costas do rio o mar tem sede
No encosto da cadeira de balanço
As vestes das meninas que já se aprontam
Mas um dia sem resposta, avanço.
Diana Balis, Rio de Janeiro, 5 de março de 2010.
Arlequim | 03Mar2010 21:30:45
Publicado por: Ibernise
Sou nave tua, e passarela,
Arlequim...
O meu modo é tua moda
Manequim
Apaixonado me desvela
Tal como vim...
Boneco animado me poda
Sem tocar em mim…
Ibernise.
Goiânia (Goiás/Brasil), 03.03.2010.
Núcleo Temático Educativo.
Direitos autorais reservados/Lei n. 9.610 de 19.02.1998.
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Toque de Amizade | 03Mar2010 11:52:20
Publicado por: Ibernise
Você me tocou, e eu sarei
Você me achou e eu floresci
Você me amou, eu renasci
Nos fatos que te desvendei
Tempo que nunca olvidarei
Das tuas graças que recebi
Ao seguir vias não me perdi,
Anjo bom que apascentei...
Céu, terra e complemento...
A cada enlace, eu te senti,
Na magia de cada momento
Que contigo fiquei, convivi
Apre&cced
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Primavera de Amor | 03Mar2010 11:48:53
Publicado por: Ibernise
És primavera, e eu te amo,
Te sentindo, a cada estação...
Beleza cujo nome, chamo
No doce limiar da emoção…
E já te conhecendo a afeição
Quero toque, tateio e clamo...
És primavera, e eu te amo,
Te sentindo, a cada estação,
Se o desejo vem, te reclamo
Presa sem poder de decisão
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Acordar amada | 03Mar2010 10:42:40
Publicado por: (......)
Acordar amada
Acompanhe os sonhos
Guarde abraços e súplicas
Almeje a serenidade apalpada
Adormecida de desejos e beijos
No embalo romântico de carícias
Planeja enredos de tecer
A espera da teia armadilha do anoitecer
Viver entrelaçada e acordar amada.
Fora do ar (Convite a vídeo leitura) | 03Mar2010 10:35:40
Publicado por: Diana Balis
“FORA DO AR” Poema de Diana Balis e Música de Rui de Carvalho
http://www.youtube.com/watch?v=nhyduIMmUkY

Aguardo comentários, beijos.
O contrário do avesso mar | 01Mar2010 14:25:00
Publicado por: Diana Balis
O contrário do avesso mar
Terras se movem abaixo de pés descalços
O luar cheio se manifesta nos movimentos das águas doces
Os homens choram suas perdas e sentem os tremores
A cabisbaixa leitora e o poeta aspirador
Lêem nas falsas notícias dos jornais roliços
O suspiro é natureza de sentimento venturoso e profundo
O ardor do amor acolhe o tempo que alavanca o mundo.
Diana Balis, Rio de janeiro, 1 de março de 2010.
Amor livre | 28Fev2010 23:28:07
Publicado por: Diana Balis
Amor livre
O vôo
Dispensa o colo
O sublime
Navega ao mar
O encontro
É horizonte.
Diana Balis, Rio de Janeiro, 28 de fevereiro de 2010.
BTT Trilho dos Moinhos | 28Fev2010 23:06:00
Publicado por: manuelpeixoto-photo
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BTT Trilho dos Moinhos | 28Fev2010 21:38:35
Publicado por: amobarcelos.blogspot.com
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Inquietudes... | 28Fev2010 17:37:22
Publicado por: (..)
BLOGTOK | CICLOS DE POESIA | 7 PECADOS | INVEJA | CLEO
Tenho um rio nos meus olhos, que corre sempre sereno a caminho da foz dos meus pensamentos...
Os meus passos imaginários, aventuraram-se no infinito do horizonte, e, sem me dar conta, trouxeram-me a estas margens que gravei na lembrança de um fim de tarde de Outono que nunca existiu...
Sentada neste chão sem terra, desenho no meu caderno de folhas brancas, um esboço de um poema sem letras, que me ofereceste sem te importares se o perceberia ou não... onde a silhueta de um moliçeiro se ergue no leito quieto do meu rio. Este mesmo rio onde um dia navegou a minha imaginação, sempre que te avistava através das cortinas de cambraia cor de violeta, que esvoaçavam ao sabor da brisa das tuas palavras quentes, que me chegavam sob a forma de cartas sem remetente, enviadas de um tempo que se perdia na lonjura dos dias sem fim.
Hoje regressaste desse tempo, mas já não és o mesmo. A tua imagem envelheceu, os teus cabelos já tão ralos e fracos embranqueceram e embora os teus olhos escuros e cavados me olhem fixamente, não me vêem... há um vazio que preenche este espaço enorme cheio de promessas e desejos do que nunca vivemos. E o tempo, sempre o mesmo malvado tempo!... que um dia nos aproximou é o mesmo que nos afasta, neste constante e ininterrupto martelar de tic tac's sem volta.
Cleo
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Copo Sem Fundo | 28Fev2010 17:35:31
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Afogo as mágoas
Neste copo
Sem fundo
Que me engole
A alma
Até à última gota...
Como águia
Ferida de morte
Desço a pique
Num mergulho
Vertiginoso
Rasando a vida
Por um fio...
E tudo o que quero
É tão simples
Simplesmen
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Caso ao Acaso... | 28Fev2010 17:30:18
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No acaso de um acaso, encontraram-se só no ocaso do dia e... por acaso.
E não foi por acaso que a empatia foi brutal!
Palavra puxa palavra, sorriso puxa sorriso e num ápice se elevaram ao pico as emoções indizíveis que se erguem do nada... e sem mais perdas de tempo, saltaram alguns dos pormenores da conquista emocional e procuraram um lugar tranquilo, num recanto da praia já deserta, longe de olhares indesejados, para saciarem o que os corpos lhes imploravam em outros olhares, em outros apelos mais carnais do que emocionais. Talvez mais tarde se dedicassem a isso com mais perfomance... não podiam nem queriam deixar passar aquele instante tão... tão... fortuito e ao mesmo tempo, furtivo.
E antes que se fizesse tarde, não se entregaram ao descaso, sob pena de desperdiçarem o pouco do tempo que tinham, para viverem o tanto que desejavam.
E num impulso, entregaram-se de novo ao saboroso acaso, desta feita, quando já despiam a pouca roupa que ainda lhes restava, para que nada lhes atrapalhasse o mergulho nas teias da paixão inflamada, num fulgor indescritível de total comunhão de corpo e alma.
Há casos e casos... mas um caso assim, que nasceu de um acaso do acaso no ocaso sem descaso, é algo fenomenal!...
Cleo
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Que Cavalo é Aquele que Vem a Galope? | 28Fev2010 17:27:08
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O tempo
É um cavalo
Alado
Que percorre
Incansável
Planícies e planaltos
Sem idade...
Umas vezes
Vagaroso
Sem pressa
Outras
Como um raio
Que atravessa
A poeira das estrelas
Sem deixar rasto...
Ora a galope
Ora a trote
Correndo horas a fio
É vê-lo
Sempre elegante
Decidido
Inchado de vaidoso
Ostentando no dorso
O seu cavaleiro
Resignado...
Sem apelo
Nem agravo
Numa marcha imparável
Qual condenado
A caminho do seu inevitável
Degredo...
Cleo
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Coseram-me os Lábios | 28Fev2010 17:24:53
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Coseram-me os lábios
Para que não falasse
Mas esqueceram-se
De me acorrentar
E me trancar no escuro
De me vendar os olhos
De me adormecer no éter...
Para que não visse
Para que não sentisse
O que me atormenta
O que me revolta
E me violenta
Penetrando-me
Até às entranhas da razão!
Vejo
Sinto
Mas não posso gritar...
Por isso
Remôo o silêncio
E engulo-o
Embebido em ácido
Para que ninguém mo possa tirar
Talvez morra um dia destes
Infectada p'lo vírus
Da angustiante
Indignação!
Cleo
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Monólogo de Um Louco | 28Fev2010 17:22:05
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São vorazes
Os pensamentos
Que me chibatam
Constantemente
Estas já débeis
E tão frágeis
De carcomidas
Paredes
Em ruinas
Esborralhadas ruínas
Desta minha
Insana mente
Cujas fendas
Cada vez maiores
São passagens
Secretas
De bizarras demências
Que me vieram fustigar
A pacatez da vida
Passageiras clandestinas
Escondidas nos bolsos
Daquele outro
Que aos poucos
Me ocupou
O corpo
E me encarcerou
Para sempre
Nas masmorras
Do esquecimento
Despojando-me
De tudo aquilo
Que era meu!
De tudo aquilo
Que era eu...
Daquele que fora
Nada restou
Tudo da mente se foi
Se apagou...
Só o oco da razão
Ficou!
E por esse que eu já não sou
Não respondo
Nada digo
Pois que também
Nada sei
Deixem-me...
Exijo silêncio!
Que aqui
Agora
Mora um louco!
Um respeitável louco
Ainda que varrido
Da sua própria
Memória...
Cleo
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A Dois Passos do Fim | 28Fev2010 17:19:07
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... e mastigava memórias que trazia no bolso, como quem rói uma côdea de broa seca, numa tentativa desesperada de enganar a fome de uma vida inteira, cujos feitos e sacrifícios já nada importam aos novos de agora... fingem ouvir com breves acenos de cabeça oca, rindo à socapa por entre os dentes meio cerrados e ignorando o quanto lhe pesam os dias cheios de horas que agora lhe carregam na lentidão do vagar com que vai arrastando um pé atrás do outro rua acima.
No mesmo banco de sempre, no jardim das melancolias murchas, espera-se ainda pelo amigo que hoje não apareceu...
Nisto, ouve-se o soar sinistro das badaladas tristes que o sino chora, lá do alto da torre da igreja silenciosa.
Cleo
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As Ovelhas Pecadoras | 28Fev2010 17:03:26
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Era uma vez um prado verdejante, com relva tão verdinha, tão fresquinha, mesmo de apetecer! De manhãzinha já por lá se avistavam algumas ovelhas que não queriam perder pitada daquele pasto suculento que lhes entrava pelos olhos adentro, mesmo antes de o abocanhar e de o fazer escorregar goela abaixo. Mais tarde juntava-se-lhes aos poucos o resto do rebanho.
Das muitas que ali se viam, só meia dúzia mais uma se faziam notar pela peculiaridade e irreverência que cada uma possuía.
A malhada de branco e preto era filha de uma ovelha comum e de um carneiro promíscuo, que, ao que se sabia, era também o pai das outras todas...
Essa era vaidosa e gostava de o ser! Caminhava sempre de cabeça levantada e ar sumptuoso, ignorando as que ao pé de si se desgrenhavam por se fazer notar. Coitadas...
A mais lãnuda olhava sempre de lado, com olhar desconfiado mas aguçado e logo se apressava a correr com a desgraçada que tinha ousado encontrar o melhor pedaço de relva, pois está visto que queria para si o que as outras tinham, não abdicando de bocada alguma. A grande invejosa!
A irada, quando estava lá com os azeites dela, dava cornadas a torto e a direito em tudo o que lhe aparecesse à frente. Paciência, era coisa que definitivamente não tinha. Se fosse gente, decerto que precisaria de consultar um psicólogo com urgência antes que se enganchasse nalgum sítio difícil e isso lhe valesse a perda (ou o ganho) dos cornos.
A preguiçosa contentava-se em ruminar o que comera no dia anterior, deitada de frente para o sol. A essa não a incomodavam, visto que não era ameaça para ninguém. Passava longos períodos amoitada no meio do prado e nem a proximidade ameaçadora das irmãs a faziam levantar para o que quer que fosse a não ser na hora do recolher obrigatório, decretado pelo pastor que era também o seu dono. Lá ía contrariada!
A avarenta não era dada a generosidades e por isso mesmo, não sossegava nem deixava nenhuma outra sossegada no seu canto. Era vê-la sempre a correr de um lado para o outro, numa angustiante tarefa de querer abocanhar toda a erva do prado que lhe coubesse na boca... queria-a toda para si! A gulosa acompanhava-a em cada uma das suas investidas, como se fosse a sua clone perfeita ou a sua sombra. Agiam como se fossem duas bandidas, dispostas a tudo para satisfação de si mesmas.
E depois, havia ainda aquela que porventura se acharia a mais sexy do rebanho. A tal que não perdia uma oportunidade de seduzir o jovem carneiro, filho de uma vizinha sua que por estar velha demais fora levada para o matadouro pela altura das festas em honra da Nossa Senhora dos Remédios. Não teve outro remédio, coitada. Todas assistiam aos balidos dengosos e lânguidos bem como aos olhares melosos de ovelha fatal e avessa a castidades mofentas.
Trouxe-vos até uma foto dela, para que possam admirar o seu belo penteado com o qual se pavoneia e se mira em cada pequeno charco que encontra nas poças da chuva pelo caminho, achando-se a mais bela das ovelhas, por certo, a rainha do seu curral!
Cleo
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Encontro das águas (Poemas de Amor) | 28Fev2010 13:58:20
Publicado por: Diana Balis
Encontro das águas
O mar abrangente
Aguarda na torrente
A espera do encontro.
O mar acalante abocanha.
O rio bravio enfrenta as tormentas
No desaguar ao mar,
O mar é pleno e revolto.
Ao encontrar águas,
O amor é pororoca
No rio da Amazona.
Diana Balis, Rio de Janeiro, 28 de fevereiro de 2010.
Pegar ou Largar | 27Fev2010 20:42:40
Publicado por: (......)
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amo-te mais ainda quando
me dizes palavras sujas
por sermos dois pervertidos
é que nos queremos tanto
minha vaca adorada
dou-te leite dás-me mel
ternura & bosta
tudo a mesma coisa
somos dois pervertidos que se
[merecem
gosto também quando
me desprezas e me mostras
a porta da rua: alma safada que és
sei que me resgatarás no outro
dia de uma sarjeta qualquer depois
de me negares três vezes
e eu como um cão faminto volto
obediente volto e deito-me
do lado direito da cama mas antes
de começarmos tudo de novo
repito agora nos teus ouvidos
que te amo furiosamente te amo
com todas as cores do meu desespero
Júlio saraiva
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Córregos Entrepostos | 27Fev2010 18:31:07
Publicado por: Diana Balis
Córregos Entrepostos
O jogo é sempre de risco.
Eu arrisco e rabisco nas letras.
E por debaixo das linhas,
As entrelinhas do contra texto.
Adorei o seu jogo de azar.
Perdi e sempre perco,
No jogo de amar.
Diana Balis responde, RJ 27 de fevereiro de 10.
Alma Safada Revelada | 27Fev2010 12:55:21
Publicado por: Diana Balis
Alma safada revelada
Ama a alma safada
Ama a Diana
Eu...não me ama!
Diana Balis
Rio de Janeiro, 27 de fevereiro de 2010.


